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Ser um mestre de Pokémon pode não ser uma tarefa fácil! Com a chegada do novo Pokémon Go, e seja essa tarefa fácil ou difícil, há alguns conhecimentos que são necessários ter para que a jogabilidade proporcione uma experiência ainda melhor.
Deste modo, e como primeiro aspeto a reter é o facto de, para se jogar, ser necessário utilizar uma conta Google ou simplesmente criar uma conta própria, o que dá um pouco mais de trabalho. Contudo, suponhamos, a partir daqui, que esse passo já foi tomado.
Então, o que há a fazer a seguir é ligar os dados móveis (ou Wi-Fi), o GPS do smartphone e abrir o jogo. Logo no início é-nos pedido que se personalize o nosso Avatar e, posteriormente, que se escolha uma de três equipas onde alinhar – decisão essa que não trará nenhum sacrifício ou oportunidade relevante dado que todas elas “são iguais”. Depois, um de quatro Pokémons será por nós escolhido, tal como no primeiro episódio da série, um deles é o Pikachu.

   

Consequentemente, o jogo começa e para se ser o(a) melhor só há duas regras básicas e fulcrais! A primeira tem que ver com andar, correr, o que for preciso. Isto é, sair de casa é um must para ser um mestre de Pokémon e, eventualmente, um líder de ginásio, mas já lá vamos. A segunda, e talvez a mais importante, é apanhar todos os Pokémons. Todos mesmo. Inclusive aqueles que já se têm. Isto porque cada Pokémon na sua forma inicial  (como o Zubat) dão-te um número específico de “Candies”. Quantas mais tiveres, mais depressa podes não só evoluir o teu Pokémon como também podes aumentar o seu poder. Com isto, o que se pretende dizer é que, mesmo depois de se ter o Golbat  (evolução do Zubat) para que este possa tornar-se ainda mais forte é necessário que se apanhem mais Zubat.

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E isso é uma lição a ter em atenção. E perguntas: mas assim fico com imensos iguais! Não, de todo. Há uma forma de ganhar ainda mais “Candies” e de nos livrarmos dos repetidos transferindo-os para o “Professor”. E, embora pareça um pouco Mito em algumas situações, também é verdade que o tipo de Pokémon que se encontra em nosso redor depende do local, pelo que um de tipo água tenderá a estar perto de um mar ou rio.
De resto, ao explorar um determinado local, é provável que se encontrem os famosos “PokeStops” que são basicamente locais onde se podem adquirir – gratuitamente – Pokebolas, Ovos – que após um dado número de KM percorridos nos dão um determinado Pokémon – e outras recompensas.

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Por fim, faltam os famosos Ginásios onde uma equipa lidera e caso seja aquela à qual pertencemos podemos juntar-nos combatendo e, em contrário, derrotar os líderes da mesma e apoderarmo-nos do mesmo. Desengane-se quem pense que irá perder o Pokémon que deixa num determinado Ginásio porque isso não vai acontecer mesmo que alguém nos vença posteriormente, o que é bom.
Assim, seja para quem já tenha começado a jogar mas ainda ande um pouco à nora, ou para quem ainda não se tinha aventurado neste jogo que já é jogado por 21 milhões de pessoas diariamente. É sem dúvida uma forma excelente de passar o tempo e, de alguma forma, fazer um pouco de exercício físico diário. Contudo, há que ter muito cuidado com os locais onde se joga – por serem perigosos ou de difícil acesso – e como se joga, porque como é óbvio o objetivo não é apanhar Pokémons na A1 em direção a Lisboa.
Como nota final, aproveita o verão e toca a “apanhá-los todos”!

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Desde cedo comecei a interessar-me pelo que podia fazer no computador. Porém, a grande paixão surgiu com o primeiro telemóvel e complementou-se com os smartphones. Nada há a dizer, são simplesmente fantásticos e úteis em todo o tipo de situações.