Hoje é a vez de falar sobre a Samsung, a maior fabricante Android. Por força de acontecimentos menos (ou nada) sorridentes para a Samsung, a empresa coreana terá um ano bem árduo para enfrentar. O seu Galaxy S8 terá de ser perfeito, o smartphone que substituirá o Note terá de ser do outro mundo, e assim por diante. A margem de erro é quase nula e, desta vez, ninguém dará uma segunda hipótese à atual rainha do Android.

Sim, disse atual porque há uma empresa que surgiu em 2016 para assaltar o lugar à Samsung – a Google -, e porque há uma outra que irá surgir e tem tudo para conseguir fazer isso mesmo – a Nokia, do qual falarei mais tarde. Porém, se há algum que sabe disto mesmo é a própria Samsung que, todavia, não deverá inovar tanto quanto os mais otimistas supõem, mas também não ficará tão passiva quanto a sua postura no último ano.

   

Com isto, e olhando já para o próximo mês de março, quando terminar a MWC, já tudo estará bem mais visível na mente de cada um. Aí, já a Samsung terá mostrado se está cá para ficar, para dar luta - como fez durante muitos anos - ou se apenas jogará pela defensiva e esperará por setembro para lançar a sua verdadeira cartada.

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Uma coisa é certa. Será um ano de muito suor para os trabalhadores da Samsung, desde aqueles que integram os processos fabris até aos mais altos quadros. Em 2017, a batalha será não só pela conquista da coroa de qual a empresa com o melhor flagship - que costumava ser entregue à Apple ou a esta -, mas também, e principalmente, de qual a que terá o smartphone Android do ano. Pois, desta vez a Samsung não estará mais sozinha nesse contexto, uma vez que, no meio de tantas outras marcas, surge a grande Google e a renascida Nokia (empresa sobre a qual incidirá o artigo de amanhã).

Veremos. A empresa coreana tem estado à altura das adversidades e, de um modo ou de outro, parece conseguir atravessar o deserto mesmo quando isso parecia uma missão impossível. Mal posso esperar!

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Desde cedo comecei a interessar-me pelo que podia fazer no computador. Porém, a grande paixão surgiu com o primeiro telemóvel e complementou-se com os smartphones. Nada há a dizer, são simplesmente fantásticos e úteis em todo o tipo de situações.