Pagar com a cara? Só se tiver filtros! AliPay revoluciona pagamentos na China

Filipe Alves
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Uma sondagem na China da "Sina Technology" revelou que 60% dos utilizadores não gostam de pagar com o reconhecimento facial porque se acham feios. Pois bem, o AliPay - serviço de pagamentos como o Apple Pay ou Google Pay na China - resolveu a situação de forma simples.

De acordo com a empresa, dentro em breve os utilizadores chineses que queiram fazer pagamentos através do reconhecimento facial na China poderão utilizar filtros para que se vejam mais bonitos.

AliPay

Pagamento com reconhecimento facial é algo habitual na China

Aqui ainda usamos dinheiro e só agora é que o Apple Pay chegou a Portugal. Porém, na China, já há muito que os pagamentos com dinheiro e cartão fazem parte do passado.

Pagar com o telemóvel é algo normal e a mais recente tecnologia faz com que pagar com a cara seja ainda mais cómodo e rápido. Contudo, lá está, nem toda a gente gosta de se ver ao espelho sempre que quer fazer as compras na mercearia. Dessa forma o AliPay decidiu implementar os filtros na sua aplicação.

Até que ponto é que é seguro pagar com a tua cara?

Infelizmente a China é um país sem segredos. O governo chinês é conhecido por saber tudo sobre os seus mais de mil milhões de habitantes.

A Era tecnológica só lhes dá mais ferramentas para que consigam ter ainda mais detalhe sobre os chineses. Contudo, é para lá que o futuro caminha. Quer queiras, quer não.

O dinheiro (como o conhecemos) há-de desaparecer. O dinheiro virtual está cada vez mais na nossa vida. Não estou a falar de criptomoedas (que até podia) estou sim a falar de pagamentos sem dinheiro vivo.

Portugal ainda deverá demorar até que a tecnologia chegue a este ponto. Contudo, vemos cada vez mais o AliPay a interferir de forma positiva com o mercado ocidental. O patrocínio na Liga das Nações de Futebol - em que Portugal foi vencedor - é exemplo disso mesmo.

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Filipe Alves
Filipe Alves
Fundador do projeto 4gnews e desde cedo apaixonado pela tecnologia. A trabalhar na área desde 2009 com passagens pela MEO, Fnac e CarphoneWarehouse (UK). Foi aí que ganhou a experiência que necessitava para entender as necessidades tecnológicas dos utilizadores.