A Vivo prepara-se para trazer a família X500 para o solo europeu já no próximo dia 27 de outubro, mas nem tudo chega sem surpresas.
Depois de terem sido revelados na China no mês passado, os novos detalhes de preço e disponibilidade para o mercado europeu foram avançados pelo conhecido informador Roland Quandt através do Bluesky, mostrando que a estratégia das marcas chinesas para o segmento premium continua a mexer com o mercado.
De acordo com o GSMArena, a primeira grande nota vai para a ausência do modelo base. O vivo X500 "básico" fica de fora do lançamento inicial na Europa, parecendo pouco provável que pise o mercado europeu nos próximos tempos. Quem quiser apostar na marca terá de se virar para os modelos "Pro".
O que vais pagar pelos novos topo de gama da Vivo?
De acordo com a informação avançada por Quandt, a fasquia é bem alta:
- vivo X500 Pro (12 GB + 256 GB): 1.399 €, disponível em Moonlit Black e Sunny White.
- vivo X500 Pro Max (12 GB + 512 GB): 1.799 €, com opções de cor Moonlit Black e Starry Gray.
- vivo X500 Pro Max com Photographer Kit: 1.999 € para quem quiser o pacote completo focado na vertente fotográfica.
Uma tendência que espelha a concorrência
Estes valores não surgem apenas na Vivo. À semelhança do que aconteceu recentemente com os preços apontados à série Oppo Find X10 — cuja chegada está marcada para o dia 21 de outubro —, a fasquia financeira para os flagships asiáticos na Europa alinha-se com este efeito.
O Oppo Find X10 Pro Max e o Vivo X500 Pro Max partilham praticamente a mesma etiqueta de preço e configurações de memória homólogas.
Quando colocamos estes números em perspectiva face aos "pesos-pesados" tradicionais, percebe-se a nova realidade do mercado europeu: os smartphones de topo de marcas como a Vivo e a Oppo situam-se agora apenas 50 euros abaixo do iPhone 18 Pro Max equipado com a mesma capacidade de armazenamento.
A fasquia dos preços na União Europeia continua a subir, colocando estes topos de gama num patamar em que cada cêntimo conta e a exigência do consumidor é máxima. Resta perceber como vai reagir o mercado no final do mês.