Para quem não sabe o que é o Project Ara, muito resumidamente, é o projeto que a Google está desenvolver desde 2013 e que até agora foi o mais perto que chegamos à existência de um smartphone composto por módulos que estão todos interligados e seguros por um “esqueleto”.

Ou seja, cada componente (como ecrã, processador, placa gráfica, câmara, etc) que constitui um smartphone é individual e pode ser removida do esqueleto do aparelho e substituída, sendo o objetivo principal da Google com este projeto, ser capaz de se substituir uma parte de hardware do nosso Project_Ara_scattered_partssmartphone que avariou ou que apenas queremos uma parte melhor e mais recente, sem que seja necessário comprar um aparelho novo.

Este projeto não só pode levar a personalização dos aparelhos a um outro nível como também fazer com que gastemos menos dinheiro. Mas para isto acontecer é necessário que existam vários módulos, esses que tem de ser desenvolvidos pelas várias marcas do mercado e também são criados novos problemas como por exemplo, a desnecessidade de existir sequer smartphones o que levaria várias empresas à falência, o preço dos módulos e o peso e grossura do aparelho final.

   

São estes os problemas que a Google está tentar resolver juntamente com a tentativa de que várias empresas “embarquem” no projeto e comecem a desenvolver os seus módulos.

Está previsto o lançamento de modelos para teste no início de 2015, e à medida que este se aproxima começam a chegar novidades do projeto.

Neste momento já se sabe que a Toshiba vai fornecer elementos de silicone localizados no “esqueleto” que vão ajudar a troca dos módulos, e agora, que vão estar disponíveis dois processadores para o projeto, o Tegra K1 o mesmo encontrado no Nexus 9 e o Marvell PXA1928.

O que podemos fazer agora é simplesmente esperar até ao “início” de 2015 e veremos o que a Google tem reservado para nós.

Mais sobre o Project Ara:

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