
Ter um cão é um privilégio. Não é por acaso que é o "melhor amigo do Homem", no entanto a questão que se coloca é: será que sabemos tudo sobre os nossos amigos de quatro patas?
Neste artigo, damos-te a conhecer algumas curiosidades sobre cães, que a Ciência explica e que, por vezes, não sabemos. Comecemos pela matemática.
Não, a idade "humana" do cão não é a multiplicar por 7
Diz o senso comum que, em média, a idade de um cão deve ser multiplicada por 7, para ter o equivalente à idade de um ser humano. Ora, os cientistas explicam que não é bem assim e que se trata de uma conta errada (via Science Focus).
Propõem antes uma fórmula alternativa, mais próxima do que acreditam ser a realidade. É esta: 16 x Logaritmo (idade em anos caninos) + 31. No entanto, atenção: tudo depende de raça para raça e do tamanho do cão, também. Isso e a evolução da idade não é linear com o tempo, tal como nos humanos.
"Se o seu cão tem 7 anos e é de porte pequeno, ele tem agora 44 em anos humanos. Se é uma raça de porte médio, 7 anos de cão correspondem a 47 em humanos. Finalmente, se o seu cão de 7 anos é de uma raça grande, ele já conta 50 anos em anos humanos" - pode ler-se no site da Purina.
Outro número que tende a falhar é o da estimativa da entrada do cão na adolescência. Cientistas britânicos alertam que esta fase começa perto dos 8 meses de idade, sendo as cadelas mais propensas a atingir a puberdade mais cedo. Neste período, treinar os animais tende a ser mais complicado.
Como explica a Doutora Lucy Asher, especialista na área, “é muito importante que os donos não castiguem os seus cães por desobediência ou comecem a distanciar-se emocionalmente deles neste momento. Isso provavelmente pioraria qualquer problema de comportamento, como acontece com adolescentes humanos”.
Outras curiosidades sobre o teu cão
Uma pesquisa da Heart American Association sugere ainda que quem tem cães tem um risco 24% menor de mortalidade. É referido ainda que o risco é 65% menor de falecer de ataque cardíaco.
Isso e, quando fizeres festas ao teu cão, hás de reparar que o nariz é uma parte especialmente fria, em comparação com o resto do corpo. Ora, diz-nos a Ciência que assim é porque o nariz atua como um detetor de calor ultrassensível.
