
Os assistentes pessoais de Inteligência Artificial (IA) são cada vez mais usados no dia a dia, sendo que o mais popular é o ChatGPT. No entanto, sou-te sincero: o Claude é a IA que mais gosto de usar.
Uma das razões principais, para mim, é o facto de ser mais imparcial e pouco ou nada tendencioso só para me agradar, nas respostas que dá. Outras plataformas como o ChatGPT, o Gemini e não só, tendem a estar quase sempre de acordo com o que dizes, se reparares.
Tem ainda uma capacidade de memória muito acima da média, raciocínio complexo e uma linguagem mais humana. Pelo menos, não sentes de forma tão evidente que estás a falar com um assistente de IA.
O Claude acaba de ficar (ainda mais) evoluído
A novidade aqui é que o Claude acaba de ganhar um novo modelo: o Sonnet 4.6. Como refere a Anthropic, marca criadora do Claude, trata-se da versão mais evoluída até ao momento.
"Trata-se de uma atualização total das habilidades do modelo em programação, uso de computadores, raciocínio de contexto extenso, planeamento de agentes, trabalho intelectual e design" - pode ler-se em comunicado.
Em termos de segurança, avaliações internas indicam que o Sonnet 4.6 é tão seguro ou mais seguro do que versões recentes do Claude, demonstrando forte alinhamento, comportamento pró-social e maior resistência a ataques como injeção de prompt.
Nos testes do Claude Code, 70% dos utilizadores preferiram o Sonnet 4.6 ao 4.5. Também foi escolhido em 59% dos casos face ao Opus 4.5, sendo considerado mais eficaz a seguir instruções, menos propenso a erros e mais consistente em tarefas complexas.
A janela de contexto de 1 milhão de tokens permite analisar grandes volumes de informação, como bases de código inteiras, mantendo raciocínio eficaz ao longo do conteúdo.
O modelo já está disponível em todos os planos Claude, incluindo o gratuito, e na API. O Opus 4.6 mantém vantagem em tarefas que exigem raciocínio extremamente profundo, mas o Sonnet 4.6 surge como uma opção mais equilibrada entre desempenho, custo e versatilidade.
