Se tens até 35 anos e beneficias do IRS Jovem, há boas notícias para ti. A partir de 1 de abril, data oficial de arranque da entrega do IRS, vais passar a poder usar a declaração automática.
A decisão foi aprovada em Conselho de Ministros e alarga o universo de contribuintes que já podiam confirmar a declaração praticamente com dois ou três cliques. Agora, os jovens abrangidos por este regime também entram neste grupo.
O que muda?
A principal novidade é que se estás no IRS Jovem, o sistema passa a gerar automaticamente a tua declaração. Depois, cabe-te a ti decidir se queres aceitá-la tal como está ou optar pelo modelo tradicional. Nada é imposto. A escolha continua nas tuas mãos.
O objetivo anunciado é tornar o processo mais simples e eficiente. O que se traduz para menos burocracia, menos margem para erros e menos tempo perdido num universo de formulários.
Há mais novidades no IRS Jovem
As alterações não ficam por aqui. O regime passa a abranger contribuintes até aos 35 anos, independentemente do nível de escolaridade. Ou seja, deixa de haver essa limitação como critério de acesso.
Além disso, o benefício fiscal passa a durar mais anos. O período máximo passa de 5 para 10 anos, o que pode representar uma grande diferença para quem está a iniciar carreira e ainda a estabilizar rendimentos.
Automatização é sempre sinónimo de vantagem?
Do ponto de vista tecnológico, esta é mais uma etapa na digitalização da relação entre contribuintes e Estado. Menos burocracias, menos papel e um processo mais automático.
Mas é importante manteres a atenção e reveres tudo com cuidado. Realizar a declaração automática não significa que seja uma declaração sem erros. Continua a ser fundamental confirmares os dados antes de validares seja o que for.
Se tens direito ao IRS Jovem, marca o dia 1 de abril no calendário. Este ano, a entrega pode ser bem mais rápida. E, pela primeira vez, também automática.
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