
Se és "team" Apple, então há uma boa razão para estares entusiasmado com o que aí vem. Um novo relatório de Digital Chat Station (DCS) diz-nos que o iPhone 18 Pro Max poderá conter a maior bateria de sempre, no universo de telemóveis lançados pela Apple (sem contar com o futuro iPhone Fold).
Note-se que DCS é um dos leakers mais conhecidos do mercado e, por norma, acerta nas previsões que faz. Segundo o próprio, é possível que o iPhone 18 Pro Max ultrapasse os 5.000 mAh, podendo até chegar aos 5.200 mAh na Europa, algo que nunca aconteceu.
Para termos uma referência, a geração anterior, continha uma bateria de 4.823 mAh.
O que isto pode significar na prática
Na prática, um aumento de bateria traduz-se numa autonomia mais duradoura, o que é sempre uma boa notícia. No iPhone 17 Pro Max, como te demos a conhecer na nossa review, o equipamento conseguiu aguentar um dia completo de uso sem dificuldade.
Na prática, um aumento de bateria faz com que a autonomia do telemóvel seja mais duradoura, o que é sempre uma boa notícia. No iPhone 17 Pro Max, como te demos a conhecer na nossa review, o dispositivo aguentou à vontade 1 dia.
Combinando:
- um aumento físico da bateria
- ajustes no sistema operativo
- melhorias esperadas na eficiência dos próximos chips da Apple
quem sabe se não se abre aqui uma janela para chegar a uma autonomia de 1 dia e meio, eventualmente, ou até mesmo 2 dias, em função do uso.
A grande mudança que a Apple pode adotar
De forma a consumar esta melhoria, consta que a Apple está a fazer uma alteração na sua tecnologia de fabricar baterias. Segundo os nossos colegas da Etnews, os novos iPhones poderão ser baseados em ânodo de silício, o que, na prática, permite manter o tamanho reduzido de um telemóvel, mas com mais densidade energética e bateria maior.
Na prática, isto significa:
- mais capacidade
- sem tornar o iPhone mais grosso ou pesado
Porque isto é relevante no ecossistema Apple
É claro que as especificações não dizem tudo. Muitas vezes, a experiência de utilização de um telemóvel não se mede só pelo "papel". Enquanto marcas como a Honor exploram baterias de silício-carbono para atingir capacidades maiores em corpos finos, a Apple tem resistido a esta corrida, focando-se na otimização do software (iOS).
Um salto para os 5.200 mAh, aliado aos futuros chips mais evoluídos da Apple, poderia significar uma melhoria considerável de autonomia.
Um dos calcanhares de aquiles da Apple sempre foi a bateria e, mesmo assim, nunca foi impeditivo de ser a marca que lança os telemóveis mais populares do mercado. Sendo um rumor, é claro que não sabemos se, na prática, esta melhoria na bateria vai acontecer ou não.
No entanto, supondo que tal acontece, seria um passo muito significativo, que poderia marcar ainda mais a diferença. Já para não falar que isto resolve o dilema da Apple: ter uma bateria gigante sem tornar o iPhone num "tijolo" pesado.
Ficaremos atentos para ver se há um fundo de verdade nas previsões de DCS ou se não era bem assim.
