Google prepara-se para lançar a sua concorrente à Xiaomi Mi Band 5

Carlos Oliveira
Comentar

A Xiaomi construiu uma enorme reputação no mercado das smartbands. Após a introdução do seu último modelo do género - a Xiaomi Mi Band 5 - esta é vista como "o alvo a abater" para quem se aventurar neste mercado.

A próxima grande concorrente da Mi Band 5 pode chegar de uma empresa que poucos suspeitavam. Recentemente, a Google submeteu uma patente para aquilo que poderá ser a sua primeira smartband.

Google

Google submete patente para uma smartband

Os documentos agora descobertos revelam que a Google submeteu esta patente junto das entidades competentes em abril de 2019. Nesta patente, a empresa americana deixa as primeiras indicações de como poderá ser o seu primeiro produto neste nicho de mercado.

As ilustrações revelam um produto simples, uma vez que não aparenta suportar sequer um ecrã. Este será certamente um ponto que colocará a smartband da Google um passo atrás da Xiaomi Mi Band 5.

Ainda assim, pode ver-se a presença dos sensores imprescindíveis a este tipo de produto e que possibilitarão a monitorização da saúde e outros parâmetros do seu detentor. Portanto, a ausência de um ecrã não significará menores capacidades de avaliação.

Tudo aponta para que a Google se inicie neste mercado com um produto simples. A tecnológica americana deverá focar-se no essencial, que serão os sensores de monitorização de atividade física e respetivos algoritmos.

Os resultados certamente poderão ser acompanhados na aplicação Google Fit. Uma vez emparelhada com a smartband, este será o local onde poderás encontrar todas as métricas que o novo gadget da Google providenciará.

Smartband da Google deve chegar já em 2021

Com a notícia desta patente da Google, é mencionado que o wearable deve ser lançado em 2021. A verdade é que a empresa já se encontra a trabalhar neste produto há mais de um ano, por isso, parece um calendário plausível.

Ainda assim, nada nos garante que a patente agora descoberta venha a ser integralmente aplicada. Tal como sempre acontece com este tipo de documentos, as suas detentoras não são obrigadas a convertê-los em produtos.

Editores 4gnews recomendam:

Carlos Oliveira
Carlos Oliveira
Tendo já passado por várias casas, a 4gnews é aquela que me segura desde 2015. Com um desejo insaciável de me manter atualizado tecnologicamente, a partilha desse conhecimento é apenas o seguimento natural das coisas.