
Foi uma das estreias da última semana, tendo chegado à Netflix na última sexta-feira, 10 de julho, e em menos de 48 horas já estava a destronar "Enola Holmes 3" no top da plataforma de streaming a nível global.
O documentário "Shipwrecked: Nightmare at Sea" ("Naufrágio: O Pesadelo do Costa Concordia") já um dos conteúdos mais vistos da plataforma, conforme comprovam os dados mais recentes FlixPatrol.
Qual o enredo?
Na noite de 13 de janeiro de 2012, mais de 4000 pessoas embarcaram no navio de cruzeiro de luxo Costa Concordia em Civitavecchia, Itália, para o que deveria ser uma viagem de sonho pelo Mediterrâneo.
Nessa mesma noite, o capitão Francesco Schettino decidiu desviar o curso do navio para fazer uma saudação de passagem pela ilha de Giglio, manobra em que o barco se aproxima da costa para cumprimentar as pessoas em terra através da buzina.
O que se seguiu foi um encadeamento de decisões fatais. Em vez de pedir ajuda imediatamente, Schettino e a ponte de comando disseram à Guarda Costeira italiana que estavam apenas a lidar com uma avaria elétrica.
O alarme geral de emergência só soou às 22h33, e a ordem de abandonar o navio só chegou às 22h54, mais de uma hora depois da colisão inicial. A essa hora, dezenas de passageiros ainda estavam a bordo do navio inclinado.
No final, 32 pessoas morreram, 27 passageiros e 5 tripulantes. Schettino foi apelidado pela imprensa italiana de "capitão covarde" e condenado em 2015 a 16 anos de prisão por homicídio culposo, causar um acidente marítimo e abandono do navio. Está atualmente a cumprir a pena em Roma e esgotou todos os recursos em 2017.
"É mais assustador do que a maioria dos filmes de terror. Além disso, é impossível não sentir o pavor e o medo deles. Tanto ao ouvi-los descrever os acontecimentos como pelo que foi captado pela câmara", escreveu o crítico Heaven of Horror.
