Face ID da Apple: Nem vais acreditar no novo tipo de tecnologia que está a ser trabalhado!

Filipe Alves
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O Face ID foi implementado pela primeira vez no iPhone X e prometia aos utilizadores um formato de desbloqueio rápido e muito mais seguro que o TouchID. Contudo, a Apple está prestes a melhorar ainda mais a característica.

A Apple prepara uma nova forma de desbloquear o iPhone que vai certamente revolucionar o mundo. De acordo com a mais recente patente da empresa de Tim Cook, o objetivo passa por fazer com que o Face ID consiga "ler" as veias da cara dos utilizadores.

Face ID quer ler as veias da cara dos utilizadores

Apple PAtente Face ID

Neste momento o Face ID faz um "mapa" 3D da tua cara de forma a não ser enganado com uma fotografia. Porém, isso significa também que se tens um irmão gémeo, a probabilidade dele desbloquear o teu smartphone é grande. Dessa forma, a Apple pretende ir um pouco mais longe com a nova tecnologia.

A mais recente patente mostra um pouco da nova ideologia. Basicamente funcionará como o Face ID. Porém, em vez de fazer apenas um scan da cara do utilizador, conseguirá ler um pouco mais além.

A Apple não é a primeira a criar este tipo de tecnologia. A LG também trabalhou em algo idêntico para os seus smartphones. A diferença é que a LG trouxe num sensor de impressões digitais que conseguisse ler as veias. Enquanto que a Apple tenciona ver as veias dos utilizadores à distância.

Quando chegará esta nova tecnologia?

Apple Face ID

Uma patente é isso mesmo. Ou seja, não há datas garantidas de quando é que a tecnologia chegará ao consumidor. Contudo, também nos confirma que a Apple está, efetivamente, a trabalhar neste tipo de tecnologia. Ou seja, quando se gasta dinheiro no desenvolvimento de algo, não me parece que seja para abandonar de ânimo leve.

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Filipe Alves
Filipe Alves
Fundador do projeto 4gnews e desde cedo apaixonado pela tecnologia. A trabalhar na área desde 2009 com passagens pela MEO, Fnac e CarphoneWarehouse (UK). Foi aí que ganhou a experiência que necessitava para entender as necessidades tecnológicas dos utilizadores.