"Máquina Bélica" (com o título original "War Machine"), do realizador Patrick Hughes, foi uma das últimas grandes estreias da Netflix, tendo chegado a 6 de março e, desde então assumiu o primeiro lugar dos filmes mais vistos tanto em Portugal como a nível mundial.
O sucesso tem sido estrondoso: de acordo com dados oficiais da plataforma, nos primeiros três dias, somou umas impressionantes 39.3 milhões de visualizações, sendo de longe o maior hit do ano até ao momento.
Qual o enredo?
começa como um treino militar de rotina e transforma-se rapidamente num pesadelo. O que os recrutas julgavam ser um exercício convencional revela-se um confronto brutal com uma ameaça que ninguém esperava. Há um robô assassino vindo do espaço, equipado com raios letais e determinado a destruir tudo o que encontra pela frente.
A máquina é devastadoramente eficaz. O que devia ser uma missão de treino torna-se um massacre, com muitas baixas entre os recrutas. No fim do caos, apenas os soldados 7 e 81, com o primeiro gravemente ferido.
Com os seus homens mortos e sem armamento letal disponível, o 81 recusa render-se. No confronto final, descobre a única fraqueza da máquina e usa-a contra ela: atrai o robô para uma pedreira e aciona uma esteira transportadora que lança uma avalanche de rochas para o sistema de ventilação do aparelho.
No entanto, a vitória é apenas o início. Dezenas de milhares de máquinas idênticas estão a caminho da Terra...
O que diz a crítica?
No Rotten Tomatoes, esta longa-metragem que alia elementos de ficção científica e thriller, segue com 70% de aprovação e críticas razoáveis.
"Oferecendo a Alan Ritchson o veículo ideal para mostrar o seu carisma vigoroso, 'War Machine' falha ocasionalmente no que diz respeito à profundidade das personagens, mas, fora isso, segue em frente para proporcionar uma dose impressionante de espetáculo de ação", escrevem os críticos de forma unânime.
"O filme destaca-se como uma estreia em streaming mais sofisticada do que o habitual, uma opção fácil para uma sexta-feira à noite, perfeita para quem quer assistir sem se preocupar com nada", escreve o The Guardian.
"A classificação indicativa para maiores de 18 anos é bem merecida, graças à profusão de corpos queimados e desmembrados deixados pela máquina alienígena. Infelizmente, o argumento de Hughes e do co-argumentista James Beaufort deixa muito a desejar", aponta o The Hollywood Reporter.
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