A Samsung lançou os Galaxy S26 que, durante meses, foram alvo de muita especulação e expetativa. Mas confesso que sinto curiosidade por outro modelo, mais modesto: o Galaxy A57. O lançamento deste gama média está iminente e estas são as razões pelas quais eu espero que me surpreenda… pela positiva, claro.
A importância de um desempenho sólido
Todos gostávamos de ter um smartphone de última geração pelos seus atributos. Mas, na realidade, basta-nos um modelo que cumpra com as nossas necessidades diárias. Um desempenho sólido capaz de lidar com a maior parte das tarefas e uma navegação “sem soluços” são para mim condições base.
O Galaxy A56 cumpriu com estes requisitos e, pelas especificações reveladas até agora, é expectável que o Galaxy A57 também o faça. São esperadas poucas alterações de um modelo para o outro, mas o processador é uma das atualizações. Portanto, o desempenho e a navegação fluida estão, com certeza, garantidos.
Relação qualidade/preço
Mas há um ponto crucial: o preço. O Galaxy A56 chegou com um custo (muito) próximo dos 500 €. No entanto, passado poucos meses esse preço foi descendo, com o terminal a manter sempre os mesmos atributos. Tal faz com que este modelo específico da Samsung ofereça uma excelente relação qualidade/preço.
Para mim, é crucial que qualquer investimento em tecnologia o faça. Admiro e gosto da última tecnologia de ponta, mas a minha carteira dá prioridade ao valor que essa tecnologia traz. E, nem sempre, o estado-de-arte da tecnologia nos faz falta e é utilizado para melhorar a nossa rotina.
É esperado que o Galaxy A57 beneficie dos mesmos seis anos de atualizações de software e segurança que o seu antecessor. Este ponto tem a vantagem de manter o terminal sempre seguro face a vulnerabilidades e que seja à prova do futuro.
Atualizações garantidas
No entanto, temos também de pensar que o hardware integrado não vai ser o suficiente para o software lançado daqui a seis anos. Estamos perante um gama média, logo os componentes são mais modestos.
É bem possível que, daqui a quatro ou cinco anos, o Galaxy A57 só consiga lidar com poucos dos novos recursos baseados em tecnologia IA porque já não tem memória RAM suficiente ou o processador não tem “poder” para isso.
Mas, ainda assim, este terminal vai fornecer um funcionamento competente e seguro por alguns bons anos. E esse é um ponto importante para quem não gosta de trocar de telefone a cada dois anos, por exemplo.
A série Galaxy A da Samsung, em especial o seu modelo mais avançado que será o A57, poderá ser uma escolha segura para quem tem um orçamento mais humilde ou para quem dá prioridade à relação qualidade/preço num telefone. Às vezes, basta-nos um terminal com menos extras para cumprir com o que realmente precisamos e eu acredito que o próximo Galaxy A57 vai surpreender-nos pela positiva.
