Coronavírus: níveis de poluição na China baixaram drasticamente

António Guimarães
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Através de vários satélites operados pela NASA e a Agência Espacial Europeia, foi verificado um decréscimo acentuado nas emissões de dióxido de nitrogénio na China. Embora não inteiramente responsável, é especulado que o factor principal seja a epidemia do Coronavírus.

De acordo com um relatório da NASA, os níveis desceram drasticamente entre o período de início de janeiro até final de fevereiro. As imagens correspondem com o "antes e depois" das medidas de quarentena contra o Coronavírus.

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O gráfico mostra a densidade das emissões de dióxido de nitrogénio antes e depois do Coronavírus

Dióxido de nitrogénio é o gás nocivo emitido por carros e fábricas, que possui efeitos bastante negativos no que toca à saúde pública, principalmente na respiração. A China é mundialmente infame por ter altos níveis de poluição no ar, onde não é invulgar haver cidadãos com máscaras nas áreas mais críticas, já antes da epidemia.

A verdade é que a China tem um problema muito grande com a poluição, visto que a mesma é visível do espaço. A capital da China, a cidade de Beijing, já foi declarada como "inabitável" devido à qualidade do ar. Tal é a poluição e o smog (smoke + fog) = fumo + nevoeiro na cidade.

Decréscimo pode ver um impacto positivo no meio da epidemia

Sejamos sinceros, um surto de uma doença tão dramática como o Coronavírus não é exatamente a solução que a China precisa para controlar a poluição. Contudo, quando a epidemia terminar, talvez esta seja uma forma das indústrias chinesas se consciencializarem sobre a poluição e a respetiva saúde dos seus vários cidadãos.

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António Guimarães
António Guimarães
Juntamente com os seus atuais companheiros Mi A2 e Surface Go, batalha para elucidar as massas sobre todos os acontecimentos da esfera tecnológica. "Informação é poder" é a frase que o acompanha diariamente. Talvez um dia a coloque numa t-shirt.