Apple quer transformar os Mac em computadores gaming

Carlos Oliveira
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Os computadores Mac são mundialmente reconhecidos pelo seu poder, sobretudo para aqueles que dedicam o seu tempo à edição de imagem e vídeo. Contudo, esta gama de produtos está longe de ser uma opção viável para os aficionados do gaming.

Esse cenário poderá mudar em breve ou pelo menos assim a Apple o deseja. Numa entrevista recente, um dos executivos da empresa americana admitiu a intenção desta de olhar de forma séria para o mercado gaming.

Apple quer entrar no mundo gaming com os seus processadores da linha M

Com a introdução do processador M1, a Apple abriu um novo capítulo para os Mac. Este é um SoC desenhado inteiramente pela empresa, otimizado para o seu hardware e que lhe confere a tão desejada independência da Intel.

iMac

O M1 já se mostrou bastante interessante em desempenho e eficiência energética, portanto o próximo passo é olhar para a sua componente gráfica. Com efeito, é expectável que as próximas gerações dos processador M contem com GPU mais poderosos.

"É um lugar natural para olharmos, para trabalharmos em estreita colaboração com a nossa equipa de Metal e a equipa de programadores. Amamos o desafio". Declarações de Tim Milet em entrevista à Tom´s Guide.

Um relatório recente da Bloomberg avança com a intenção da Apple em desenvolver um novo chip da linha M com até 32 núcleos de processamento gráfico. Este poderá ser o processador que irá catapultar a marca para um nicho de mercado até agora dominado pelo Windows.

Ao contrário do que sucede no Windows, a Apple irá colocar o processador e a gráfica no mesmo componente. Esta é a magia dos system-on-chip (SoC) que além de ocuparem menos espaço no interior do equipamento, possuem uma melhor gestão dos recursos energéticos.

Ainda é prematuro para falar no lançamento de um Mac com fundamentadas aspirações no mercado gaming. Nenhum calendário foi providenciado para este marco, apenas tendo sido confirmada a intenção da Apple de entrar neste gigantesco mercado.

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Carlos Oliveira
Carlos Oliveira
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