Apple iPad Pro 12.9 (2021) com M1 submetido ao famoso teste de tortura (vídeo)

Rui Bacelar
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Os tablets de Cupertino têm um bom histórico de durabilidade e resistência, comportando-se geralmente bem neste agoniante teste de tortura. Mesmo assim, apesar de serem construidos em metal, nem mesmo os iPad são imunes a falhas catastróficas.

Felizmente esse não é o caso com o novo Apple Pad Pro 12.9 (2021) com o chip M1, possivelmente o tablet mais poderoso do mercado e já equipado com ecrã Mini LED. Comprovando-o temos agora o dito teste, em vídeo, graças ao youtuber Zach.

O teste de resistência ao novo Apple Pad Pro 12.9 (2021) com M1

O vídeo e ronda de testes foi planeado pelo youtuber Zach do canal JerryRigEverything que se viria a tornar famoso por este exato formato de conteúdos. Temos vários tipos de inspeções ao produto, desde o seu material de construção à sua ductibilidade.

Vemos o tradicional teste do x-ato para inspecionar o material da estrutura, o teste dos riscos e dureza ao ecrã onde o youtuber recorre a várias ponteiras com diferentes graus de dureza na escala de Mohs. O objetivo? Apurar a resistência a riscos.

Note-se que este é o iPad mais caro e avançado da Apple. É este o seu tablet com o processador M1 que também encontramos nos mais recentes MacBook e inclusive nos novos iMac de entrada. Portanto, poder não lhe falta, sobretudo para o formato tablet.

Quão durável é o novo Apple iPad?

Igualmente importante é a presença do novo tipo de ecrãs neste iPad Pro, o display mini-LED LCD revestido por vidro de proteção. O painel de vidro riscou no grau 6.º da escala de Mohs, indo ao encontro do expectável para este tipo de revestimento.

Os riscos mais profundos começam a ser visíveis a partir do grau 7.º desta escala, mais uma vez, indo ao encontro do expectável. O ecrã do Apple Pad Pro 12.9 (2021) com M1 apresenta assim o mesmo grau de resistência a riscos que os demais iPad.

Vemos também a sua louvável resistência ao calor durante o teste da chama. Aí, o ecrã começa a desligar os pixeis aos 17 segundos de exposição à fonte de calor, com o painel LCD a reativar e recuperar a imagem (acendendo os pixeis) assim que a chama é removida.

Já o seu painel traseiro e demais estrutura é suscetível a riscos por parte de objetos aguçados como uma lâmina. É, mesmo assim, uma liga de alumínio algo robusta, mas não deixa de ter os seus limites, algo bem notório no teste da dobragem.

Tendo uma grande área, o iPad Pro foi dobrado e submetido a bastante força, não chegando a quebrar, mas permanecendo deformado. Em síntese, é um produto bem construindo, mas tem os seus limites.

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Rui Bacelar
Rui Bacelar
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