Xiaomi patenteia smartphone com câmara frontal embutida no ecrã

Carlos Oliveira
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A mais recente patente submetida pela Xiaomi revela-nos um equipamento com uma câmara frontal por baixo do seu ecrã. Descoberta pelo utilizador do Twitter Sudhanshu Ambhore, esta mostra-nos que a empresa chinesa está a pensar num equipamento com esta tecnologia.

A patente aqui em causa foi submetida em novembro de 2018. Daquilo que se pode perceber, este equipamento contará com uma câmara frontal e o sensor de luz por trás do ecrã do smartphone.

Patente Xiaomi
Ilustração da patente da Xiaomi

Do que se percebe da descrição desta patente, a Xiaomi idealizou um equipamento com um ecrã secundário que residirá atrás do principal. O sensor de luminosidade funcionará em ambos os ecrãs e será parte importante do funcionamento desta câmara.

A câmara será capaz de perceber os momentos em que será necessária

Será por intermédio do sensor de luminosidade que a câmara perceberá quando deve, ou não, ficar visível. A forma como esta triagem será feita permanece ainda em mistério, mas não deixa de ser uma abordagem muito interessante.

Ao esconder a câmara quando esta não for necessária, será possível desenvolver um ecrã sem qualquer tipo de interrupção. Mas a parte em que é referido que esta câmara possa mostra-se quando necessária é aquela que mais nos deixa a imaginar.

Este pode ser o futuro de todos os smartphones no mercado

Podemos dizer que as notches e os "buracos no ecrã" são uma solução temporária para o desaparecimento das margens dos ecrãs dos smartphones. Aquilo que muitas empresas anseiam é conseguir embutir as suas câmaras frontais e outros sensores atrás desses ecrãs.

Ao esconder tais componentes será possível eliminar qualquer interrupção no ecrã de qualquer equipamento. Assim é seguro dizer que esta patente da Xiaomi é um vislumbre daquilo que poderão ser os smartphones nos próximos anos.

Ninguém ao certo quando é que tal chegará ao mercado, mas essa chegada pode estar mais próxima do que pensaríamos. São já várias as empresas que falam neste tipo de abordagem, restando saber quem será a primeira a fazê-lo de forma funcional.

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Carlos Oliveira
Carlos Oliveira
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