Xiaomi falha ‘assalto’ à liderança global e perde segundo lugar

Bruno Coelho
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Depois de a Counterpoint Research ter revelado os dados mais recentes do mercado mobile na China, a International Data Corporation (IDC) revelou os números globais do terceiro trimestre do ano.

Uma das maiores curiosidades para este último trimestre seria perceber até que ponto a Xiaomi conseguiria crescer e ‘roubar’ a liderança do mercado global à Samsung. Isto não só não aconteceu, como a Xiaomi perdeu a segunda posição.

Xiaomi perde segundo lugar global para a Apple

A Xiaomi não só perdeu terreno para a Samsung nos mercados globais, como foi ultrapassada pela Apple na segunda posição. Neste período, a Samsung registou 20,8% de quota de mercado, com 69 milhões de envios. A tecnológica sul-coreana teve uma quebra de 14,2% num ano.

Xiaomi
Envios de smartphones e quota de mercado global no terceiro trimestre de 2021. Crédito: IDC

Na segunda posição, a Apple registou a maior subida. A fabricante sediada em Cupertino contou com 50,4 milhões de envios, e uma quota de mercado de 15,2%. Face ao período homólogo, subiu 20,2%.

A Xiaomi celebra neste trimestre 44,3 milhões envios, que resultam numa quota de mercado de 13,4%. Face ao mesmo período de 2020, a fabricante acaba por quebrar em 4,6%.

Já fora do pódio encontramos a Vivo e a Oppo tecnicamente empatadas. A Vivo aparece na quarta posição, com 33,3 milhões de envios e 10,1% de quota de mercado. Logo atrás, encontramos a Oppo com 33,2 milhões de envios e 10,0% de quota de mercado.

Para as restantes fabricantes, não especificadas, ainda sobram 30,5% da fatia de quota de mercado. Estas totalizam 101,1 milhões de envios neste período.

No total terão sido enviadas 331,2 milhões de unidades de smartphones durante o terceiro trimestre de 2021. Os analistas esperavam uma quebra de 2,9 face ao período homólogo, mas esta foi de 6,7%.

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Bruno Coelho
Bruno Coelho
Vive entre a paixão pela escrita, a música e a tecnologia. Licenciou-se em Ciências da Comunicação na Universidade da Beira Interior em 2015, e fez parte da equipa que fundou o Jornal de Belmonte. Produziu vários podcasts independentes pelo caminho. Come especificações ao pequeno-almoço.