Xiaomi fala sobre as vendas e a ‘guerra’ com a Huawei

Bruno Coelho
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Depois de um ano muito difícil para a Huawei, em que esta foi banida pelos Estados Unidos, a Xiaomi acabou por ultrapassá-la no mercado de smartphones. No último mês de fevereiro, a Xiaomi subiu ao terceiro lugar de marcas que mais vendem smartphones.

Apesar dessa subida, o mercado registou uma quebra geral de vendas, como consequência do coronavírus. Mas Lu Weibing, vice-presidente da Xiaomi, admite em entrevista que o mercado da marca não foi muito afetado, e que a ‘guerra’ com a Huawei ainda tem muitas batalhas por travar.

Plataformas online da Xiaomi registam subida de vendas

A epidemia de Covid-19 tem hoje maior foco na Europa. Tendo começado na China, acabou por ser este o país onde várias fábricas tiveram de abrandar ou mesmo parar a sua produção. Mas Lu Weibing afirma que as plataformas online da marca continuam a operar e até registam uma subida.

Quanto à Huawei, Lu Weibing admite que existe uma luta pela quota de mercado, mas acaba por elogiar a empresa pelos seus esforços e conquistas. Para o executivo, ambas as marcas partilham visões semelhantes quanto ao futuro.

Lu Weibing admite mesmo que, apesar da fatia de mercado não comprovar grande diferença, a Xiaomi encontra-se ainda uns passos atrás da Huawei. No entanto, continuam a travar-se batalhas constantes, e a empresa espera que o futuro seja risonho.

Nota-se assim o respeito de Lu Weibing por tudo o que a Huawei já atingiu. No mercado mobile, a falta de serviços da Google acabou por ‘cortar as pernas’ à Huawei nos últimos meses. E a Xiaomi é das fabricantes que pode e deve aproveitar esse facto.

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Bruno Coelho
Bruno Coelho
O Nokia 3650 foi o primeiro grande mergulho no mundo tecnológico. Se o Football Manager e o cinema são dois dos seus escapes, o Macbook Pro é o melhor amigo. Escrever sobre tecnologia é o processo natural na vida de alguém que come especificações ao pequeno-almoço.