Xiaomi é quem mais sobe preços na China. Apple surpreende

Bruno Coelho
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Um estudo realizado na China, e divulgado pelo site Gizchina, mostra as variações de preços entre cinco das principais fabricantes de smartphones topo de gama entre 2016 e 2020 no país. E há várias curiosidades pelo caminho.

Apple continua a ser a fabricante mais cara, e a que menos subiu os preços

A Apple lidera, com boa distância, a tabela de preços base de smartphones premium nesta lista. No entanto, é de longe a fabricante que menos aumentou o preço base dos seus topos de gama desde 2016 (2,1%).

Na China, o iPhone 7 custava em 2016 qualquer coisa como 799 €. O iPhone 12 mini lançado no ano passado custa o equivalente a 839 €. É um aumento de apenas 40 € em quatro anos.

Xiaomi subiu o preço dos seus topos de gama em 100,1% entre 2016 e 2020

Em sentido contrário está a Xiaomi. A fabricante aumentou o preço base do seu topo de gama na China em qualquer coisa como 100,1%. O Mi 5 foi lançado em 2016 pelo equivalente a 256 € no país natal, e o Mi 10 e o Mi 11 chegaram pelo equivalente a 512 €.

Xiaomi Mi 11 iPhone 12

Também a Huawei aumentou 47,1% o preço dos seus topo de gama durante este tempo. Passou de 435 € no P9 Plus em 2016, para 640 € no P40. A Oppo teve um aumento de 42,9% entre o R9s de 2016 (358 €) e o Reno 5 Pro+ de 2020 (512 €).

O estudo conclui assim que a grandeza da Apple já lhe permitia, em 2016, ter os preços altos o suficiente para que os aumentos tenham sido apenas incrementais desde aí. Por seu turno, o crescimento de marcas como a Xiaomi, não se deu apenas na qualidade do produto, mas também no preço.

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Bruno Coelho
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O Nokia 3650 foi o primeiro grande mergulho no mundo tecnológico. Se o Football Manager e o cinema são dois dos seus escapes, o Macbook Pro é o melhor amigo. Escrever sobre tecnologia é o processo natural na vida de alguém que come especificações ao pequeno-almoço.