Xiaomi é a exceção à regra e cresce seriamente em 2018

Filipe Alves

A Xiaomi continua a crescer mesmo com o mercado a contrair. Quase todos os fabricantes se queixaram do mesmo. "O mercado está a contrair". A Apple, Samsung, LG, Sony e muitos outros tiveram prejuízos ou crescimentos menores do que o esperado.

Só a Huawei e Xiaomi é que continuaram a crescer. A Xiaomi, por sua vez, teve um crescimento simplesmente surpreendente. De acordo com as empresa chinesa no comunicado oficial, a marca cresceu internacionalmente 52.6% face ao ano anterior.

Xiaomi cresce mais do que nunca!

Falando em contas, a marca asiática faturou cerca de 22 mil milhões. Um número simplesmente impressionante para uma empresa que só agora é que se está a aventurar fora do conforto do seu país natal.

Xiaomi cresceu 52.6% em 2018 face ao ano anterior

Para teremos uma noção de escala, a Samsung faturou em 2018 47 mil milhões de euros (53 mil milhões de dólares). Contudo, teve um pequeno crescimento de 2%.

Xiaomi Mi Mix 3

Ou seja, a Xiaomi ainda está longe dos números astronómicos da Samsung, todavia, só agora é que a marca asiática aposta de forma séria fora da China. Até há uns anos os amantes da marca na Europa tinham de viver com importações, tal não é mais o caso.

Aliás, de acordo com informações anteriores, a Xiaomi abrirá este ano a sua primeira loja física oficial em Portugal. Boas notícias para os amantes da marca mas também para todos aqueles que gostam de ter produtos de qualidade com um preço mais em conta.

Agora que pensamos bem, se calhar a regressão do mercado mobile em nada tem relacionado com a saturação de mercado (como muitos diziam). Se marcas como a Huawei e Xiaomi continuam a crescer como nunca antes, certamente os preços começam a falar mais alto. A qualidade diferencial dos produtos quase não existe e os cifrões doem a sair da carteira.

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Filipe Alves
Filipe Alves
Fundador do projeto 4gnews e desde cedo apaixonado pela tecnologia. A trabalhar na área desde 2009 com passagens pela MEO, Fnac e CarphoneWarehouse (UK). Foi aí que ganhou a experiência que necessitava para entender as necessidades tecnológicas dos utilizadores.