Xiaomi cai e Huawei é quem mais cresce no segmento dos wearables!

Filipe Alves
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Os fabricantes cada vez apostam mais em wearables. Os gadgets que são uma extensão tecnológica e que facilmente poderás utilizar. Neste campo entram os smartwatches, earphones, smartbands e qualquer outro tipo de gadget que "dê para vestir".

A Xiaomi, por sua vez, é uma das marcas que mais investe no segmento. Exemplo disso é o sucesso da sua smartband Mi Band que ao longo dos anos tem ganho cada vez mais adeptos.

Xiaomi Mi Band 4

Mas nos últimos tempos não tem corrido de feição para a Xiaomi com marcas como a Huawei e Samsung a ganhar terreno. Ainda assim, a Xiaomi está no segundo lugar logo atrás da Apple.

O crescimento da Huawei e queda da Xiaomi

Xiaomi Huawei, Samsung Apple wearables

Podemos ver no gráfico acima que a Xiaomi até cresceu nas vendas do terceiro trimestre de 2018 para o de 2019. Contudo, teve um crescimento menor que os concorrentes que tem ganho cada vez mais cota de mercado.

Neste momento a Apple domina com 35% do mercado de wearables só com o Apple Watch e com os AirPods. Mas existe um destaque para a Samsung que cresceu 156.4% face ao ano passado e tem hoje 9.8% do mercado. A Huawei foi quem mais cresceu com 202.6% e está agora com uma cota de mercado de 8.4% a nível mundial.

Por fim, a Fitbit, que já dominou fortemente o mercado está em 5º lugar com apenas 4.1% do mercado e apenas 3.5 milhões de unidades vendidas no terceiro trimestre de 2019.

Apple continua a crescer

De referir, por último, que a Apple continua a crescer no setor. Tim Cook, CEO da Apple, tem dado cada vez mais importância a este tipo de gadgets e não é de espantar que esta importância tenha sido refletida em números. Ainda assim, os preços praticados pela Apple são consideravelmente mais elevados que os concorrentes. Nomeadamente a Xiaomi que ocupa o segundo posto.

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Filipe Alves
Filipe Alves
Fundador do projeto 4gnews e desde cedo apaixonado pela tecnologia. A trabalhar na área desde 2009 com passagens pela MEO, Fnac e CarphoneWarehouse (UK). Foi aí que ganhou a experiência que necessitava para entender as necessidades tecnológicas dos utilizadores.