A HTC tem puxado os cordelinhos nos últimos tempos. A empresa Taiwanesa está longe de ter a mesma estabilidade que há uns anos atrás e este é o momento certo para se conseguir diferenciar do mercado.

Numa altura onde um Samsung Galaxy S8 domina no design, Huawei melhora na câmara e a LG revigoriza a sua gama, a HTC precisa bem mais do que uma traseira brilhante para se sobressair no mercado.

   

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O HTC U Ultra foi apresentado recentemente e depois de ter brincado com ele um pouco tenho de admitir que não me encantou. O smartphone realmente tem um azul bonito, contudo, é um dispositivo grande e sem fundamento para tal. O HTC U Ultra não adiciona valor ao seu ecrã.

O software já foi o ponto forte da HTC e é uma pena ver a empresa responsável pelo o HTCsense perdida na ligação de hardware e software.

Mas a empresa asiática ainda não baixou os braços na luta “pela permanência”. A empresa trará o seu HTC U Ultra com ecrã de safira para o mercado Europeu ainda este mês e acredita que esta é a solução para revitalizar o seu produto.

Só temos aqui um pequeno problema, aliás, 150 problemas. O valor do smartphone chegará por 849€ (870$) um valor irrisório simplesmente para aumentar a memória de 64GB para 128GB e ter uma proteção de safira.

Ao contrário do que muitos pensam, ecrãs de safira não são indestrutíveis. Os ecrãs protegidos com safira serão quase impossíveis de ser riscados (a não ser por diamante), contudo, quando cai ao chão a probabilidade de partir é basicamente a mesma de um Gorilla Glass 5.

HTC onde estás tu?

Ou seja, quem é que no seu perfeito juízo pagará mais 150€ por um smartphone simplesmente porque nos dá um ecrã safira, o dobro da memória e ainda um ecrã gigante sem fundamento?

HTC, está na hora de lançar o HTC11 e esquecer que a gama U existiu.

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ViaGsmArena
FonteWinFuture
Fundador do projeto 4gnews, sempre olhei para a tecnologia como um pedaço de nós. Desde cedo ligado ao mundo tecnológico, este é literalmente o meu trabalho de sonho. Amante de vinho e apaixonado pelo meu Vit. Guimarães, acredito ainda que todas as nossas acções são o gatilho para o nosso futuro.