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Tecnologia portuguesa promete cortar até 32% nos custos das frotas elétricas

A EVIO está a mudar a gestão de frotas elétricas: em vez de baixar o preço da energia, reduz desperdícios. Resultado? Cortes até 32% nos custos de carregamento.

carregamento carro eletrico
Imagem: Freepik

Durante anos, a discussão sobre frotas elétricas centrou-se em três fatores: preço da energia, autonomia e infraestrutura. Mas há um novo elemento a ganhar peso e pode ser o mais caro de todos: o comportamento durante o carregamento.

Uma nova ferramenta desenvolvida pela empresa tecnológica portuguesa EVIO mostra que decisões aparentemente simples, como escolher o posto errado ou deixar o carro ligado tempo a mais, estão a gerar custos significativos para as empresas.

Segundo dados analisados pela empresa, organizações com frotas elétricas podem reduzir, em média, até 32% dos custos associados ao carregamento.

O mais relevante: esta poupança não vem de energia mais barata.

Vem de eliminar ineficiências como:

  • carregamentos em infraestruturas desajustadas;
  • utilização de potência superior à necessária;
  • tempo excessivo de ligação ao posto.

Num cenário empresarial, estas pequenas decisões acumulam-se e transformam-se em milhares de euros por ano.

Dados em vez de intuição

A solução funciona como uma plataforma analítica que transforma sessões de carregamento em métricas financeiras.

Entre os indicadores monitorizados estão:

  • custo médio por sessão;
  • sobrecusto por comportamento do utilizador;
  • adequação da potência escolhida;
  • tempo efetivo vs. tempo desperdiçado.

O objetivo é simples: tornar visível aquilo que até agora era invisível. E, sobretudo, acionável.

O condutor passa a ser variável de gestão

A principal mudança conceptual é clara, o condutor deixa de ser apenas utilizador e passa a ser um fator crítico de eficiência.

Segundo a EVIO, a diferença entre carregar corretamente ou não pode superar o impacto de negociar tarifas com operadores de energia.

Na prática, isto significa que duas empresas com o mesmo fornecedor podem ter custos muito diferentes, e que a otimização passa por formação, monitorização e correção de hábitos.

EVIO
Imagem: EVIO

Uma solução portuguesa com ambição global

Desenvolvida em Portugal, a tecnologia da EVIO posiciona-se como uma plataforma integrada de gestão de mobilidade elétrica.

Para além da análise de custos, permite:

  • gerir carregamentos em rede pública, empresa e casa;
  • centralizar dados de consumo;
  • apoiar decisões financeiras e operacionais.

A integração com sistemas como Apple CarPlay e Android Auto reforça a aposta na experiência do utilizador e na tomada de decisão em tempo real.

Num país onde a eletrificação das frotas está a acelerar, impulsionada por benefícios fiscais e pressão ESG (indicadores ambientais, sociais e de governação corporativa), o controlo de custos torna-se crítico.

Recorda-te que no contexto nacional, as empresas têm incentivos para eletrificar; a rede de carregamento continua em expansão; e os custos operacionais ainda são um fator decisivo.

Neste cenário, soluções que aumentem eficiência sem investimento adicional ganham relevância estratégica.

O futuro das frotas não está no carro, está nos dados

A principal conclusão é clara: a próxima fase da mobilidade elétrica não será definida apenas por baterias ou autonomia. Será definida por dados e por tecnologia capaz de transformar esses dados em decisões concretas.

Se até agora o foco estava no veículo, a nova fronteira está na gestão inteligente do carregamento, um território onde a EVIO parece querer liderar.

Confere ainda o maior problema a resolver nos carros elétricos.

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Nélson Gomes da Costa
Nélson Gomes da Costa
Licenciado em Ciências da Comunicação, é jornalista há mais de 12 anos, com experiência em jornalismo regional e digital marketing, e passagem por cargos de jornalista, editor de desporto, subeditor e diretor. Apaixonado por desporto e cultura, acompanha de perto o universo tecnológico, explorando tendências como inteligência artificial, plataformas digitais e gadgets.