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OnePlus OnePlus…Não é o primeiro artigo de opinião lançado na 4gnews sobre a decisão da empresa chinesa quanto ao lançamento do seu novo flagship – o OnePlus 3T.

Os atentos e assíduos seguidores da 4gnews sabem que sou um pouco exigente para com as várias empresas ligadas ao ramo dos smartphones, muito exigente até. Se isso é bom ou mau, se é do agrado de todos ou não, não sei, mas é a minha opinião pessoal. A OnePlus era uma das marcas que, embora não fosse especial o suficiente para me fazer ter um smartphone da sua autoria, me fazia pensar o porquê de outras empresas – ainda em crescimento – não adotarem as suas estratégias. Mas claro que o mundo gosta é de contrariar uma pessoa e, neste caso, foi a OnePlus que decidiu contrariar-me a mim. Qual o resultado? O grupo de empresas – ao qual esta pertencia -, de que eu gostava, tornou-se mais pequeno. E não vale a pena começarem com: o Pedro só gosta de Pixel, iPhone e Lumia. Não, até porque há uma bem especial, humilde e modesta marca que adoro e cujo nome é BQ. Mas isso fica para outro dia.

   

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Como disse o Filipe Alves no seu artigo, provavelmente, a razão que conduziu a OnePlus à apresentação de uma cópia do smartphone, que estava no mercado desde junho deste ano, com uma pequena alteração foi só estranha, para não dizer ridícula. Já vimos tantas empresas cometerem este tipo de erros – e conheço uma japonesa bem especial neste contexto. Basicamente, começam a lançar smartphones de seis em seis meses. Porquê? Eu não sei, sinceramente não faz sentido algum. Porém, foi a “primeira” vez que a empresa chinesa tomou uma decisão destas, ou seja, não é certo que acontecerá novamente. Sabemos lá se a OnePlus lançará, em 2017, outra vez, dois flagship killers.

E por falar em flagship killer, o único flagship que será “morto” aqui é o próprio OnePlus, isto se a empresa começar a fabricar smartphones novos a cada semestre. Porque – como diria um professor meu – das duas duas: não há evolução tecnológica suficiente ao ponto de implicar mais que um dispositivo por ano; e também não há consumidor que aguente gastar 430€ num smartphone que terá um sucessor passado meia dúzia de meses.

Foi mais ou menos isto, o resultado de uma revolta interior presente aqui há algumas semanas, aliada a uma pequena previsão - e por ser previsão pode não corresponder à realidade - do que acontecerá com esta marca tão próspera e do qual gosto (ou gostava) tanto: coisas não tão boas como aquelas que se poderiam esperar há uns meses atrás.

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Desde cedo comecei a interessar-me pelo que podia fazer no computador. Porém, a grande paixão surgiu com o primeiro telemóvel e complementou-se com os smartphones. Nada há a dizer, são simplesmente fantásticos e úteis em todo o tipo de situações.