Smartphones Sony tem uma luz ao fundo do túnel com nova medida

Filipe Alves

Os smartphones da Sony são interessantes, porém, nunca mostram irreverência ou capacidade de se conseguir destacar no mercado. A Sony esteve durante muitos anos na vanguarda tecnológica, contudo, acabou por se perder ao longo do tempo.

Não sabemos se por insistir em design que ninguém queria. Ou se perdeu a empatia com o público. A verdade é que os smartphones da Sony já não conseguem o destaque de outrora.

Sony Xperia 1

Já há muito que falamos que a Sony para voltar a ganhar neste terreno teria de unir forças com outros setores. Afinal de contas, a empresa é forte nas televisões, câmaras e consolas.

As televisões da Sony são das melhores do mercado e as mais apetecíveis, as câmaras de igual forma e a PlayStation não precisa de apresentações.

Sony uniu o segmento de smartphones ao da TV, áudio e câmaras

A nova medida fará com que o setor mobile se junte com as televisões, com as câmaras e com o áudio. Esta é uma das últimas cartadas que a empresa japonesa tem para continuar no mercado.

No ano passado a Sony vendeu cerca de 7 milhões de equipamentos em todo o mundo. Em forma de comparação, a Huawei vendeu 200 milhões. Ou seja, algo tem de ser feito.

Assim sendo, a empresa asiática reduzirá em 50% os custos do segmento mobile ao juntar aos outros segmentos. Ademais, esperemos que os executivos que tiveram sucesso nas televisões e câmaras tenham uma palavra a dizer face os smartphones.

Por fim, a Sony acredita que com este medida começará a ver lucro no setor mobile em 2021. Na minha opinião, achava apenas que a PlayStation devia entrar ao barulho. A PlayStation é mais vendida que tremoços e a marca tem tudo para fazer algo verdadeiramente exclusivo. Algo que continua a insistir em não o fazer.

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Filipe Alves
Filipe Alves
Fundador do projeto 4gnews e desde cedo apaixonado pela tecnologia. A trabalhar na área desde 2009 com passagens pela MEO, Fnac e CarphoneWarehouse (UK). Foi aí que ganhou a experiência que necessitava para entender as necessidades tecnológicas dos utilizadores.