Smartphones irrompem em chamas antes de embarcar no avião (vídeo)

Rui Bacelar
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A Vivo terá sido banida por uma transportadora aérea sediada em Hong Kong após um carregamento dos seus smartphones ter irrompido em chamas. A ocorrência foi registada em vídeo, com um grande número de telefones a serem destruídos pelas chamas.

Em causa estava um novo lote de equipamentos Vivo Y20 que seguiriam para diversos mercados após a expedição aérea. A transportadora, entretanto, terá dado a conhecer a sua intenção em banir a Vivo após os danos provocados no fim de semana.

Smartphones da Vivo irromperam em chamas antes de embarcar

Vivo Mobile Pallet Catches Fire While Loading in Cargo Plane at HKG pic.twitter.com/sW7NXIoPd5

— Solo Shokeen (@SoloShokeen) 11 de abril de 2021

Segundo avança a publicação The Standard e de acordo com vários testemunhos partilhados nas redes sociais, o incidente ocorreu durante o carregamento das paletes com smartphones para um aviação da Hong Kong Air Cargo com destino à Tailândia.

Acima vemos a palete de telefones prontos a embarcar, mas já envoltos em chamas. O fogo viria a alastrar-se a duas outras paletes de produtos, vindo a danificar um número ainda não quantificado de itens prontos para embarcar no avião de transporte.

Em seguida vemos uma publicação da rede social Twitter com o rescaldo do incidente. A causa apontada são as células energéticas dos telemóveis, mais concretamente as baterias cuja instabilidade pode provocar uma reação em cadeia como a que teve lugar.

As baterias dos smartphones são a causa provável do incêndio

Git this on a chat. Anyone can verify? Don't know the date but it's from #HongKong #HKG airport. A pallet catches fire. Luckily this was on ground. @jaylpod @Chyan pic.twitter.com/m07Zd5sgdn

— Andre Quiros (@flyingheavy747) 11 de abril de 2021

Após a ocorrência vários meios de comunicação locais anunciaram a intenção da Hong Kong Air Cargo em banir a Vivo das suas linhas aéreas face ao perigo representado pelos seus smartphones.

Sublinhamos que a causa do acidente ainda não foi determinada, mas as baterias de iões de lítio no interior dos smartphones são o principal suspeito. À memória assoma-se rapidamente o caso dos Samsung Galaxy Note 7 que, em 2016, abalaria a fabricante.

As precauções tomadas pelas empresas nem sempre são o suficiente, bastando uma unidade defeituosa para provocar danos milionários, ou pior. Felizmente o fogo começou em terra.

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Rui Bacelar
Rui Bacelar
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