
Acredito sinceramente que o "melhor telemóvel" é sempre aquele que satisfaz as tuas necessidades. No meu caso, quando penso nas minhas, diria que o telemóvel a rondar os 300 euros que mais sentido faria comprar atualmente, num cenário hipotético, seria o Honor Magic 8 Lite.
O que me atrai no Honor Magic 8 Lite?
Desde logo, o que mais me atrai no Honor Magic 8 Lite é a sua bateria que nunca mais acaba. Uma célula de 7.500 mAh garante-me uma autonomia que pode superar facilmente os dois dias e, no meu caso, que ando sempre de um lado para o outro, isso é algo que me faz diferença.
O carregamento de 66 W também é relativamente rápido, o que quer dizer que autonomia e carregamento são problemas que praticamente não existem. O processador também tem selo de qualidade da Qualcomm, sendo que o Snapdragon 6 Gen 4, embora não seja XPTO, é suficiente para as tarefas mais simples do dia a dia, com toda a eficácia que preciso.
Não sou pessoa de querer tirar fotografias ultra-profissionais. Algo com boa qualidade basta-me, por isso a câmara principal de 108 MP, com estabilização ótica, seria mais do que suficiente. Tem ainda uma lente ultralarga de 5 MP e uma câmara frontal de 16 MP.
Tem versão de 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, o padrão atual que me parece mais equilibrado, sendo que ainda há a versão de 512 GB, para quem precisa de mais memória.
A única coisa que não me agrada tanto
No Honor Magic 8 Lite, só há uma coisa que não sou tão fã: o tamanho do ecrã. Gosto de ecrãs mais pequenos e 6,79 polegadas já é um pouco acima do que aprecio num telemóvel.
Mesmo assim, é um AMOLED com 120 Hz de taxa de atualização e máximo de brilho de 6000 nits. Ou seja, oferece boa visibilidade em condições adversas de luminosidade.
