O primeiro anel inteligente da Samsung gerou bastante entusiasmo entre os utilizadores, no entanto registou também uma queixa recorrente: a sua autonomia.
Mas, de acordo com o site Android Authority, a Samsung está a preparar a grande atualização que todos esperavam. Vai equipar o dispositivo com baterias capazes de armazenar mais energia no mesmo espaço reduzido.
Baterias de estado sólido são a solução
E, segundo informações divulgadas pelo referido site, a Samsung optou por uma solução prática e eficaz que não passa pelo aumento do tamanho da bateria. A gigante sul-coreana vai equipar o Galaxy Ring 2 com baterias de estado sólido.
A solução é bastante prática e traz consigo uma série de vantagens para a empresa e para os utilizadores. Em primeiro lugar, ocupa o mesmo espaço que as baterias de lítio, mas são capazes de armazenar mais energia. Tal resolve o problema da Samsung no que se relaciona com a autonomia do wearable.
Por outro lado, a boa condutividade destas baterias de estado sólido permite que os equipamentos sejam mais rápidos a carregar.
Mas ainda há melhor. Degradam-se muito mais lentamente no tempo, o que significa que é possível que esta bateria venha a aumentar a vida útil do anel inteligente da Samsung.
Samsung já fez progressos nas baterias de estado sólido
A Samsung está a trabalhar ativamente neste tipo de baterias e já registou progressos assinaláveis. Diz o site Android Authority que a marca já conseguiu desenvolver baterias ultracompactas de estado sólido com uma densidade de energia de 200 Wh/L.
Mas a gigante sul-coreana quer ir ainda mais longe e aumentar esta densidade de energia para os 360 Wh/L. A meta é ter uma bateria de estado sólido com esta densidade para que seja integrada na próxima geração do anel inteligente.
Mas há aqui um senão. A produção deste tipo de baterias é mais cara, por isso é possível que o custo do próximo Galaxy Ring sofra também um aumento.