Samsung Galaxy Note 20 virá com o processador que ninguém quer

Carlos Oliveira
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Um dos pontos de maior interesse relativamente ao Samsung Galaxy Note 20 tem sido o seu processador. Vários relatórios afirmam que este topo de gama possa chegar à Europa com o Exynos 992, mas parece que isso não vai acontecer.

O conhecido Ice Universe afirma agora que o Samsung Galaxy Note 20 continuará a ser usar o Exynos 990. Este é o mesmo processador dos Samsung Galaxy S20 e que tem gerado muita controvérsia pela sua inferioridade face ao Snapdragon 865.

Damn, Exynos990 continues.

— Ice universe (@UniverseIce) 11 de julho de 2020

Samsung Galaxy Note 20 continuará a desfavorecer os utilizadores europeus

A informação avançada por Ice Universe foi corroborada por Max Weinbach, do fórum XDA Developers. Ademais, ele confirma indiretamente que os utilizadores europeus do Galaxy Note 20 serão ainda mais penalizados.

Isto porque o editor chefe desse conhecido fórum afirma que o Samsung Galaxy Note 20 terá uma variante com o processador Snapdragon 865+. Infelizmente, essa variante deverá manter-se exclusiva dos EUA, China e Coreia do Sul.

Can confirm. I have found no references to any new chip other than Snapdragon 865+ in the firmware's I have on hand. The Exynos 990 will be used in the Note 20 and Note 20 Ultra. https://t.co/AGee7eHv8F

— Max Weinbach (@MaxWinebach) 11 de julho de 2020

Ou seja, se as diferenças já eram notórias entre a versão com Snapdragon e Exynos dos Galaxy S20, o que dizer dos Galaxy Note 20? Afinal de contas, estamos a falar de processadores com diferenças importantes.

Passo a explicar. Tudo indica que o Samsung Galaxy Note 20 virá com o Snapdragon 865+ na China, EUA e Coreia do Sul. Este é o mais recente processador da Qualcomm, com melhorias tanto ao nível de desempenho, como de eficiência energética.

Em contrapartida, a versão para o resto do mundo do mesmo smartphone virá com o Exynos 990. Um processador que já se revelou inferior ao Snapdragon 865, considerado inferior ao Snapdragon 865+.

Esperamos sinceramente que estas informações não se venham a confirmar, embora as fontes sejam de grande confiança. Seria melhor para nós, consumidores, que algum deles estivesse errado. Caso contrário, teremos uma diferença entre variantes ainda mais substancial.

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Carlos Oliveira
Carlos Oliveira
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