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Revolut no IRS: o que tens de declarar para não correr riscos

Agora que a Revolut tem IBAN português, a declaração do IRS referente a 2025 sofre algumas alterações. O anúncio foi feito pela própria Fintech e atenção que terás de declarar a conta de duas formas diferentes.

imagem ilustrativa da Revolut
Crédito@Revolut

O que tens de fazer no IRS

Depois de ter anunciado a integração com a Via Verde em Portugal, a Revolut fez agora um novo anúncio que interessa a todos os contribuintes portugueses que tenham conta na conhecida Fintech.

No final do ano passado, a Revolut “ganhou” um IBAN português (PT50) e isso traz consigo alterações na declaração do IRS referente a 2025. Recorde-se que até outubro de 2025, a Fintech tinha um IBAN lituano.

Em comunicado enviado ao Notícias ao Minuto, a Fintech esclarece que os portugueses têm de declarar a sua conta Revolut de duas formas distintas:

O período em que a tua conta Revolut esteve associada a um IBAN lituano, no IRS a conta tem de ser declarada como conta estrangeira;

“A partir do momento em que a conta foi migrada para a sucursal portuguesa e lhe foi atribuído um IBAN português, já não é necessário declará-la como conta estrangeira na declaração de rendimentos, uma vez que é considerada uma conta bancária nacional para efeitos fiscais".

Ainda que tenha feito este esclarecimento, a conhecida Fintech recomenda vivamente que os contribuintes portugueses com conta Revolut consultem as diretrizes oficiais da Autoridade Tributária e Aduaneira “para garantirem o cumprimento das suas obrigações” na declaração de IRS.

Como declarar uma conta estrangeira no IRS

De acordo com a Autoridade Tributária e Aduaneira, as contas estrangeiras devem ser declaradas no IRS através do Anexo J do Modelo 3 do IRS. É importante que neste anexo seja declarado o IBAN completo dessa conta estrangeira, assim como o respetivo BIC/SWIFT.

Mesmo que esta conta estrangeira não tenha gerado rendimentos ou entregue juros ao titular, é obrigatório declará-la às Finanças. Mas se gerou rendimentos, é também neste Anexo J que esses têm de ser declarados.

Tudo para que sejam sujeitos à taxa de imposto de 28%, atualmente em vigor em Portugal. Saliente-se que as contas portuguesas também estão sujeitas a esta taxa de 28%. A diferença é que os bancos portugueses retêm automaticamente o valor que depois entregam às Finanças portuguesas.

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Mónica Marques
Mónica Marques
Ao longo de mais de 20 anos de carreira na área da comunicação assistiu à chegada do 3G e outros eventos igualmente inovadores no mundo hi-tech. Em 2020 juntou-se à equipa do 4gnews.