MWC

O Mobile World Congress (MWC) 2017 terminou. Uma semana depois, são várias as conclusões que se podem retirar sobre as novidades de tantas empresas que marcaram presença nessa feira, tais como a LG, a Huawei ou a Sony, por exemplo.

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De facto, depois de muitas notícias sobre os detalhes e especificidades de um ou outro terminal apresentado, chegou a altura de fazer um pequeno balanço. Este, por sua vez, reflete a opinião de alguém que é, há muito tempo, aficionado por smartphones de uma maneira algo irrisória.

Chega a ser difícil dizer qual o dispositivo do qual mais gostei no MWC deste ano. Em 2016 tinha sido tão fácil, porque é que desta vez a decisão é bastante complicada? Não sei, mas ainda bem. É sinónimo que não houve só uma marca a destacar-se mais que as outras, ou então, faltou o Galaxy S8 da Samsung.

LG G6

Sem dúvida que, por mais incrível que pareça, o LG G6 foi um smartphone que me deixou radiante. Como é que é possível que algo tão simples – sem cores extravagantes ou processador de última geração – possa tornar-se tão atraente, passe a expressão. Uma empresa que me havia sido indiferente, desde sempre, e que aos poucos me vai conquistando.

Já abordei toda esta paixão num artigo anterior. Por isso, peço-te que o leias se for do teu interesse e que, caso o G6 te entusiasme tanto a ti como a mim, que vejas o vídeo que a 4gnews preparou para ti a partir de Barcelona. Já agora, subscreve o canal de YouTube para não perderes nenhum detalhe.

Sony Xperia XZ Premium

O que é isto? Que smartphone tão monótono e nada diferente dos anteriores, ao que parece, mas que tantas novidades traz com ele. Qualquer entrave ao sucesso deste Xperia será criado, apenas, friso, pela própria Sony.

Ao contrário do que vimos no ano anterior, desta vez, o terminal de topo da Sony é mesmo um flagship, com “F” grande. E não, não estou a falar somente do seu ecrã de resolução 4K que por um lado até penso ser só uma forma de esgotar a bateria mais rapidamente. Refiro-me sim àquela câmara fotográfica que permite gravar aqueles vídeos num slow-motion tão fluído e abismalmente incrível: 960 frames por segundo (fps)!

Para além disso, o seu design, ainda que não muito diferente daquilo que vemos há uns 3 ou 4 anos, desculpa-me a franqueza, está tão mais bem trabalhado que nem me importo se na sua traseira ficarão grudadas as minhas impressões digitais. E mesmo que a Sony pareça não querer saber sobre a tendência de várias empresas na redução das bezels dos seus Xperia, também não me importo nada.

Parabéns ao designer da empresa e a toda a sua equipa. Demoraram para aprimorar a receita mas, mais vale tarde do que nunca. Só peço uma coisa, a última prometo: renovem a skin do Android, destoa de tudo o resto.

Nokia 6

Sim, porque nem tudo que é bom tem de ser caro. Aqui há que definir o conceito de “bom”. O que é certo é que o Nokia 6 versão, poderemos chamar, Jet Black não deixa de ser um smartphone de gama-média. No entanto, qual a definição de “gama-média” em 2017 para um smartphone? Começa a ser difícil definir patamares para tudo isso.

Seja como for, como seria de esperar, a Nokia apresentou em Barcelona, no MWC, metade do suposto portefólio de terminais que, em conjunto com a HMD, apresentará este ano. Foram três os aparelhos que conheceram a luz do dia, fora o 3310. E foi, sem dúvida, uma excelente experiência aquela que caracterizou o êxtase em volta deles. Porquê? Porque é fantástico perceber o quão valiosa pode ser uma marca, um nome.

Passo a explicar. A Nokia já não é mais a Nokia que conhecemos anteriormente, sendo diferente até daquela que criou os primeiros Lumia. Contudo, mesmo sem Carl Zeiss, ecrãs edge ou uma versão muito caracterizada, por si, do Android, a empresa continua a deslumbrar pelo mero nome que estampa nos equipamentos.

De resto, a Motorola e a Huawei também fizeram boa figura, bem como tantas outras marcas. A Samsung, por exemplo, mostrou que também ela quer ter o seu próprio Surface e por isso não se limitou a lançar apenas um, mas dois tablets com Windows 10, acompanhados de uma S-Pen. Mais uma vez, mesmo que sem Galaxy S8, tratou-se de um excelente MWC.

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Também mais uma vez, a 4gnews disse “presente” e foi capaz de trazer até ti o melhor conteúdo possível, com a rapidez necessária para que pudesses ficar a par de tudo o que ia passando. Como sempre, foi um enorme prazer.

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