Redmi Note 8 tem tudo para ser um Xiaomi Mi A3 melhorado

Bruno Coelho
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Depois de vários dias a promover o Redmi Note 8 Pro, a sua câmara de 64MP e o processador Mediatek Helio G90T, eis que se dá um volte face. É agora oficial que o modelo base – o Redmi Note 8 – vai chegar ao mercado com o mesmo processador do Xiaomi Mi A3, o Snapdragon 665.

Este é um processador que não tem impressionado pela sua potência. Aliás, em várias ocasiões mostrou-se menos poderoso que o Snadpragon 660, que equipa modelos como o Mi A2 ou Redmi Note 7.

No entanto, usar um processador da Qualcomm é uma aposta segura e que agrada aos fãs da marca. Primeiro junto de todos aqueles que gostam de usar custom ROMs e a Google Camera, e depois porque os processadores Mediatek são conhecidos por falharem em autonomia de bateria.

A primeira imagem oficial do Redmi Note 8

O Redmi Note 8 vai ter de fazer compromissos. Usar este processador significa que não pode ir além de uma câmara de 48MP. No entanto, a acompanhar este sensor principal estarão mais três câmaras, pelo que se adivinha potencial.

Redmi Note 8 Pro não deve ser lançado globalmente

No final das contas, o que acredito é que vai ser mantida a mesma estratégia da anterior geração. O Note 8 Pro não deve sair oficialmente fora dos mercados asiáticos, tal como aconteceu com o seu antecessor.

Se a estratégia se mantiver, o Redmi Note 8 tem assim caminho aberto para se tornar num novo sucesso. Com o mesmo processador do Mi A3 e quatro câmaras, o desejo dos fãs da marca é que este não "copie" o ecrã HD do aparelho com Android One. Se não o fizer, o Note 8 será uma nova história de sucesso da empresa chinesa.

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Bruno Coelho
Bruno Coelho
Vive entre a paixão pela escrita, a música e a tecnologia. Licenciou-se em Ciências da Comunicação na Universidade da Beira Interior em 2015, e fez parte da equipa que fundou o Jornal de Belmonte. Produziu vários podcasts independentes pelo caminho. Come especificações ao pequeno-almoço.