Como funciona o recurso de ecrã oculto
Em fevereiro, a Samsung vai lançar a nova geração de smartphones Galaxy S26; as atenções vão focar-se no modelo mais avançado S26 Ultra, mas parece que os outros modelos vão ter mais em comum com este topo de gama do que era esperado.
Nomeadamente, toda a série vai contar com o novo recurso de ecrã oculto, avança o site sul-coreano The Financial News. De acordo com esta fonte, este recurso permite que o ecrã fique claramente visível para quem está à frente do painel. No entanto, tudo fica escurecido de lado para que garantir que o conteúdo exibido no ecrã fica devidamente oculto de olhares curiosos.
Tudo é possível graças à integração de um painel OLED equipado com a tecnologia Flex Magic Pixel, desenvolvida pela própria Samsung. Tecnologia esta que recorre à Inteligência Artificial para controlar os pixéis do ecrã e ajustar o ângulo de visão.
A grande vantagem para os utilizadores – pelo menos é isso que é esperado – é que esta tecnologia consiga preservar a qualidade original da imagem. Muito utilizadores queixam-se de que as películas de privacidade atualmente existentes alteram a qualidade das imagens nos ecrãs dos smartphones.
A Samsung parece confiante sobre esta tecnologia ser a nova solução definitiva para garantir a privacidade; tanto é assim que vai então, segundo os rumores, integrá-la em todos os modelos da série Galaxy S26.
Carregamento rápido mais célere e o regresso ao alumínio
Rumores anteriores revelaram já também que o Galaxy S26 Ultra vai ter uma atualização no carregamento rápido. Tudo indica que este suporte passe dos 45 watts para os 60 watts.
Esta é uma atualização há muito esperada, mas ainda assim fica a anos-luz de distância do que algumas marcas chinesas fornecem. Por exemplo, a Xiaomi tem vários smartphones com carregamento rápido de 120 watts, ou seja, o dobro do novo Galaxy S26 Ultra.
Por outro lado, parece também que a Samsung vai fazer regressar o alumínio à estrutura do modelo Ultra. Este regresso vai “emagrecer” ligeiramente o terminal que passa a ter 214 gramas, ao invés dos 218 gramas do seu antecessor.
No entanto, alguns especialistas do mercado acreditam que este regresso ao alumínio é mais uma forma de reduzir os custos do que propriamente diminuir o peso do telefone.
