Queres conduzir um Tesla Cybertruck? Vais ter que ter carta de pesados!

Filipe Alves
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O Tesla Cybertruck conseguiu conquistar o mundo pela sua irreverência. Ou amas ou odeias o seu design, não há meio termo. Com um lançamento de sucesso e mais de 250 mil pré-reservas, o Tesla Cybertruck mostrou que os consumidores querem algo diferente.

Porém, nem tudo é um mar de rosas. Principalmente para aqueles que querem um Cybertruck na Europa. Isto porque a classificação do carro poderá muito bem encaixar nos veículos pesados. Ou seja, terás de ter carta de pesados para que o possas conduzir.

Classificação do Tesla Cybertruck dos EUA é diferente da Europa

Tesla Cybertruck

O problema é que o Tesla Cybertruck foi desenhado a pensar maioritariamente no mercado norte americano. Neste mercado, o novo automóvel elétrico da Tesla encaixa no segmento "medium trucks". A maior parte das carrinhas de caixa aberta nos EUA, nomeadamente a mais vendida Ford F-150 segue para os "light trucks".

Ou seja, com o peso máximo de 4536kg (já com possível carga), o Tesla Cybertruck vai encaixar nos veículos pesados na Europa. Isto significa que para o conduzir necessitarás de ter a carta adaptada a tal.

Tesla pode modificar o Cybertruck para diferentes mercados

Porém, Elon Musk é um génio e pode muito bem modificar o seu novo automóvel para o conseguir vender como um "carro normal" no nosso mercado.

Basta da ro exemplo do "lança-chamas" que a empresa "The Boring Company" de Elon Musk lançou há uns anos. Depois de não poder enviar pelos correios por dizer "lança-chamas", Elon Musk mudou o nome do "Não é um lança-chamas" (Not A Flamethrower). Problema resolvido.

O Tesla Cybertruck ainda vai demorar até chegar ao mercado. Por isso não vale a pena tirar conclusões precipitadas. Acredito que a Tesla arranjará uma solução viável para os seus fãs.

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Filipe Alves
Filipe Alves
Fundador do projeto 4gnews e desde cedo apaixonado pela tecnologia. A trabalhar na área desde 2009 com passagens pela MEO, Fnac e CarphoneWarehouse (UK). Foi aí que ganhou a experiência que necessitava para entender as necessidades tecnológicas dos utilizadores.