Qualcomm estará a financiar campanha difamatória contra a Apple

Carlos Oliveira
Qualcomm Apple
A batalha entre estas empresas está longe de chegar ao fim

A Qualcomm e a Apple são duas das mais influentes empresas tecnológicas norte-americanas e do mundo. Ambas têm um enorme contributo no mercado como o vemos hoje. No entanto, as relações entre ambas são tudo menos amigáveis.

Há meses que estas duas gigantes tecnológicas estão em constantes disputas legais. Os litígios entre a Apple e a Qualcomm nos tribunais não são novos e as trocas de acusações entre as partes são várias.

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O último capítulo do caso entre as empresas rotulou a Apple como "caloteira". De acordo com as acusações da Qualcomm, a empresa liderada por Tim Cook acumulou dívidas que ascendem aos 6 mil milhões de dólares.

Na perspectiva da empresa de Cupertino, estas alegações são gulosas da parte da Qualcomm. Por conseguinte, a última estará a querer forçar a Apple a pagar duas vezes pelas mesmas patentes.

Qualcomm e Apple estão longe de ser amigas nos dias que correm

Como se isto não fosse o bastante, temos um novo caso que coloca frente a frente estas duas tecnológicas. De acordo com a Business Insider, a Qualcomm estará a patrocinar uma campanha difamatória contra a Apple.

Segundo aquilo que é avançado, a Qualcomm será uma das clientes da empresa Definers Public Affairs. O intuito da empresa de semi-condutores é que a última espalhe notícias negativas acerca da Apple.

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Qualcoom continua a sua crusada jurídica contra a gigante de Cupertino

Estas alegações vão de encontro ao que o The New York Times avançou esta semana. O jornal norte-americano insinuou que uma empresa norte-americana estaria a pagar para que fossem difundidas notícias falsas sobre a gigante de Cupertino.

A Definers Public Affairs não é totalmente nova neste campo das fake news. Ao que tudo indica, a Facebook terá também recorrido a esta mesma firma para espalhar afirmações difamatórias sobre os seus principais concorrentes.

Infelizmente este cenário das fake news está a revelar-se cada vez mais presente na realidade mundial. Este tipo de escândalo rebentou após a eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos da América e parece que cada vez mais entidades estão a fazer uso deste desleal método.

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Carlos Oliveira
Carlos Oliveira
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