POCO volta a dizer-se independente da Xiaomi. Números impressionam

Bruno Coelho
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Esta terça-feira a POCO apresentou o M3, um smartphone de baixo custo que promete estabelecer a marca no segmento de gama-baixa. E esta voltou a proclamar-se que independente da Xiaomi.

Recorde-se que a POCO tornou-se oficialmente marca independente a 17 de janeiro deste ano. Desde aí já lançou alguns equipamentos, e vangloria-se agora dessa independência, que nem sempre é o mais palpável possível.

POCO Brand is going independent! To POCO fans: We would like to invite you all to join our new journey ahead! pic.twitter.com/kPUMg5IKRO

— POCO (@POCOGlobal) 24 de novembro de 2020

Primeiro grande sucesso foi o POCO F1

Esta linha de smartphones criada pela Xiaomi em 2018, teve como primeiro grande sucesso o POCO F1. O smartphone apelidado de flagship killer alcançou mais de 2.2 milhões de vendas globalmente, sendo que 700 mil foram nos primeiros três meses.

Esta é a maior fatia de um bolo que conta com mais de 6 milhões de unidades vendidas globalmente. E ao longo do tempo a POCO já se colocou em mais de 35 mercados com equipamentos como o POCO F1, F2 Pro ou o X3 NFC.

Redmi K30 Pro tornou-se o POCO F2 Pro

Esta independência profetizada pela POCO nem sempre é tão efetiva assim. Recorde-se que a Xiaomi lançou o Redmi K30 Pro na China, que viria a ser o POCO F2 Pro globalmente.

Felizmente, desde aí a POCO soube colocar-se no seu lugar e lançar aparelhos como o X3 ou o M3. Quanto à força das palavras “independente da Xiaomi”, a POCO terá de continuar a prová-lo com o tempo. Isso ou continuar a independentemente renomear equipamentos da Xiaomi como se fossem apenas seus.

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Bruno Coelho
Bruno Coelho
O Nokia 3650 foi o primeiro grande mergulho no mundo tecnológico. Se o Football Manager e o cinema são dois dos seus escapes, o Macbook Pro é o melhor amigo. Escrever sobre tecnologia é o processo natural na vida de alguém que come especificações ao pequeno-almoço.