Os smartphones mais (e menos) duráveis de 2021, segundo JerryRigEverything​​​​​​​

Bruno Coelho
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A durabilidade é certamente um dos aspetos mais importantes na hora de comprar um novo smartphone. Os utilizadores querem proteger o seu investimento, e não é à toa que muitos colocam capas e/ou vidros temperados nos novos terminais, tentando evitar acidentes.

Quando falamos de testar a durabilidade e um smartphone, o canal de Zach Nelson (JerryRigEverything) é o mais conhecido no YouTube. E como faz habitualmente, este premiou os smartphones mais e menos duráveis de 2021 que lhe passaram pelas mãos.

Este não foi um ano fácil no que diz respeito a durabilidade. O youtuber afirma que foi ano em que mais smartphones não resistiram ao teste e partiram, como o Asus ROG Phone 5, ou o Legion Duel 2. E smartphones dobráveis acabaram por surpreender pela positiva.

O smartphone com melhor reparabilidade

O Fairphone 4 não dá hipótese nesta categoria, já que é produzido com isso em mente. Tem bateria removível, e os componentes do equipamento são vendidos pela marca aos utilizadores.

O smartphone com pior reparabilidade

O iPhone 13 Pro Max ganha nesta categoria. Segundo o youtuber, trocar o painel não é propriamente difícil. Mas os imensos parafusos de diferentes tamanhos tornam-no difícil de reparar. Trocar a traseira em vídeo é a pior parte, e custa em torno de 549 dólares na marca.

O smartphone mais inovador

Embora já ande cá há algum tempo, o Samsung Galaxy Z Flip 3 ganha este prémio num ano em que passou a ser resistente à água.

O interior mais bonito

O Lenovo Legion Duel 2 é o vencedor nesta categoria, mesmo tendo partido.

O smartphone menos durável

Nesta categoria, o Lenovo Legion Duel 2 é também vencedor, por razões óbvias: partiu ao meio no teste de durabilidade.

O smartphone mais durável

Kyocera Duraforce Ultra 5G ganha o título, sendo descrito como um ‘tanque’. É daqueles smartphones prontos para a ‘guerra’.

E para ti, qual foi o smartphone mais e menos durável do ano?

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Bruno Coelho
Bruno Coelho
Vive entre a paixão pela escrita, a música e a tecnologia. Licenciou-se em Ciências da Comunicação na Universidade da Beira Interior em 2015, e fez parte da equipa que fundou o Jornal de Belmonte. Produziu vários podcasts independentes pelo caminho. Come especificações ao pequeno-almoço.