moto-e-back-storyTu que estás a ler este artigo, para que usas o teu smartphone com mais frequência? Comunicação, multimédia, fotografia (selfies), entretenimento? Facebook?

A aversão da Motorola à cultura de consumo desenfreado e preços inflacionados não é nenhuma novidade mas com a apresentação do Motorola Moto E 2ºgen, o teor desta repulsa acabou de subir de tom.

Pelas palavras do seu COO, Rick Osterloth, refuta completamente a noção estabelecida de que somos obrigados a pagar um preço premium para ter uma boa experiência de utilização e fruição de um smartphone.

   

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“Nós concebemos o Moto E segunda a ideologia de que as pessoas não deveriam ter que pagar imenso para estar conectado com o mundo e usufruir de tudo o que ele tem para oferecer. Portanto, fizemos o que as outras marcas não estava a fazer com os seus dispositivos mais acessíveis. Incluímos um bom design, boa engenharia, qualidade de construção e um bom software. Além disso, proporcionamos igualmente, um bom atendimento ao cliente além das actualizações de software que continuam a ser fornecidas muito depois de teres comprado um dos nossos terminais. Isso sim, é uma óptima relação qualidade preço. E é isso que torna o Moto E diferente”, palavras de Rick Osterloth, COO da Motorola.

Palavras bonitas e revestidas de razão mas até que ponto surtirão efeito numa sociedade tão viciada em ostentação, uma cultura de “Maria vai com as outras”, a eterna procura de superar o vizinho e comprar ” o carro mais caro”.

Até que ponto tu que estás a ler isto, precisas de um Apple iPhone 6, 699€ já são mais do que suficientes para comprar um bom PC. Até que ponto precisas de um Galaxy S5, pagar muito mais do que um salário mínimo por um pedaço de plástico que daqui a uma semana já estará ultrapassado?

Este fenómeno de sobre-valorização é transversal a várias das principais marcas, se não a todas mas faz se sentir com especial intensidade nas marcas “status” como as que acima referi.

Somos livres de fazer as nossas escolhas e de gastar os nossos rendimentos a nosso bel-prazer mas a cada nova geração de smartphones o seu preço parece aumentar 50€, um aumento que não se traduz, necessariamente, num aumento de qualidade, de conteúdos proporcionados e qualidade de utilização. Vá lá que a Motorola teve isto em consideração e optou por uma abordagem mais responsável e colocando o consumidor em primeiro e não apenas o consumismo.

Haja dinheiro, haja liberdade mas, acima de tudo, haja bom senso!


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