Como funciona o malware DarkSword
Recentemente foi feito um alerta sobre apps perigosas para o iPhone e agora o Grupo de Inteligência de Ameaças da Google está a alertar para mais um perigo: um novo malware. De acordo com as informações divulgadas, o DarkSword – como é conhecido – usa o método de watering hole para atacar os telefones.
Na prática, os hackers infetam um site legítimo que ao ser visitado pela vítima compromete o iPhone. Por outras palavras, basta que carregues o site para o hacker ficar com acesso total ao teu iPhone.
E quando falamos de acesso total estamos a incluir mensagens de texto, histórico de chamadas, passwords, Wi-Fi, histórico do browser, localização, dados de aplicações de saúde e de conversação e também informações financeiras (carteira de criptomoedas incluída).
Mas há pior. De acordo com o grupo da Google, o malware DarkSword deixa poucos vestígios, uma vez que não instala qualquer ficheiro no sistema. É também mais perigoso nos primeiros minutos, já que é nessa altura que extrai o maior número possível de dados. Depois desaparece após o reset do telefone.
Há uma solução
A equipa da Google alerta que o DarkSword ataca dispositivos com software mais antigo – mais especificamente o iOS 18.4 e iOS 18.7. Ficam de fora os iPhones que já executam o mais recente iOS 26.
Mas para proteger os restantes utilizadores, a Apple já lançou atualizações de segurança de emergência para modelos com iOS mais antigos e que já não sejam elegíveis para receber iOS 26. Se és um desses casos, verifica no menu definições em atualizações se há alguma disponível e instala já.

