NOS revela uma das maiores vantagens da fatura eletrónica

Bruno Coelho
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À semelhança das suas concorrentes, a NOS investe há vários anos na digitalização e desmaterialização dos seus processos. Esta acontece com a implementação de soluções alternativas que permitem uma melhor experiência de cliente e poupanças ambientais significativas.

No que diz respeito à fatura eletrónica, esta ambição da operadora resultou, por exemplo, num crescimento muito acentuado de clientes a adotar a fatura eletrónica, que aumentou de 40% em 2018, para 75%, em 2021. Ou seja, três em cada quatro clientes NOS.

Por ano a NOS evita o abate de 3458 árvores

Segundo os números da NOS, a transformação digital dos processos permite uma poupança de 131 toneladas de papel por ano. Desta forma, evita-se o abate de 3458 árvores necessárias à sua produção.

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É ainda possível reduzir substancialmente o consumo de outros materiais de impressão, como tintas, colas e solventes, bem como a emissão de gases com efeito estufa associados ao transporte, obtendo ganhos de eficiência transversais.

NOS poupa mais de 400 toneladas de papel com fatura eletrónica

A operadora afirma que considerando o período entre 2018 e 2021, a aposta da NOS no processo de faturação eletrónica em detrimento da fatura em formato impresso possibilitou uma poupança acumulada de 416 toneladas de papel.

“Temos como objetivo ser uma empresa cada vez mais responsável em matéria ambiental. Para isso, investimos cada vez mais em reengenharia tecnológica e processual, que torna os nossos processos mais ágeis, eficientes e digitais”, afirma Nuno Schiappa Cruz, diretor da área de Transformação Digital da NOS.

Também nos processos internos, a NOS adota cada vez mais estas práticas. Em 2021 terá recebido mais de 60% das faturas de fornecedores por via eletrónica, num total de cerca de 200 mil documentos.

Foram igualmente digitalizadas e otimizadas operações de expedição, bem como redefinidos processos de operação do armazém, o que permitiu eliminar 11 toneladas de papel e duas toneladas de plástico.

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Bruno Coelho
Bruno Coelho
Vive entre a paixão pela escrita, a música e a tecnologia. Licenciou-se em Ciências da Comunicação na Universidade da Beira Interior em 2015, e fez parte da equipa que fundou o Jornal de Belmonte. Produziu vários podcasts independentes pelo caminho. Come especificações ao pequeno-almoço.