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Esta é daquelas notícias que ninguém quer receber mas que podem, pelo menos, servir de aviso.

Sylwia Rajchel, uma estudante polaca de 23 estava a gozar umas férias em Sevilha, uma cidade em que aspirava vir a trabalhar assim que concluísse o curso de Enfermagem.

   

No entanto, ao passar pela Puente de Triana que atravessa o rio Guadalquivir, Sylwia tentou tirar uma selfie nesta bela ponte, até que o impensável aconteceu. The-late-Sylwia-Rajchel.jpgEla escorregou e sofreu uma queda de quase 5 metros, tendo embatido nas sapatas de betão da estrutura.

Após o embate, a jovem entrou em paragem cardíaca e após várias tentativas de reanimação por parte dos médicos, acabou por falecer devido aos vários ferimentos sofridos, de acordo com a CEN (Central European News).

“Este foi um triste e trágico acontecimento mas iremos reforçar a segurança deste troço à beira rio”, declarações de um porta-voz da cidade à CEN.

Este acidente terá ocorrido porque ao tirar a selfie, a jovem ter-se-á inclinado demasiado para enquadrar a paisagem na sua foto, um conjunto de factores que se viria a revelar fatal para a jovem estudante de Enfermagem que estaria a aprender a língua nativa para mais tarde vir a exercer a sua profissão em Espanha.

Tirar uma selfie costuma ser sinónimo de vida, celebração de um momento, guarda-lo para a posterioridade. Percebo tudo isto, mas o desfecho deste evento poderia ter sido completamente oposto se estivesse outra pessoa lá, a segurar no smartphone.

Se ao menos déssemos uma oportunidade a um pouco mais de interação social e não fossemos tão preocupados com a sua vertente digital, se em vez de selfie fosse uma fotografia tirada por uma terceira pessoa.

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Quando não está a escrever um artigo ou a gravar algum vídeo, o Bacelar tem por hábito saborear um bom livro, descobrir novas bandas sonoras ou simplesmente desfrutar do sol, na companhia de quem mais gosta (MM).