IPTV Pirata: mais de 5500 servidores desativados na Europa

Filipe Alves
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Os serviços IPTV Pirata estão cada vez mais sofisticados, porém, também as entidades que andam atrás deles. A Eurojust acabou de informar que desativou cerca de 5500 servidores IPTV Piratas.

Isto significa que milhares de utilizadores ficaram sem serviço de IPTV nas suas casas. Escusado será dizer que estes utilizadores não tem muito por onde reclamar, visto que o seu serviço não é legal.

IPTV Pirata cresce à medida que a tecnologia evolui

Over 5.550 servers taken down in new major action against #fraud with pay-TV.#Eurojust coordinating action in Italy & 🇩🇪 🇲🇹 🇫🇷 🇳🇱 🇸🇪 🇸🇮 🇧🇬 🇷🇴 🇬🇷 🇱🇹, blocking streaming services which offered films and sports broadcasts without paying copyrights.👉More: https://t.co/9iyVh6eMHJ pic.twitter.com/udN1ElSo3A

— Eurojust (@Eurojust) 11 de novembro de 2020

As Android TV Boxes são aquelas mais utilizadas para ter este serviço de IPTV Pirata. Assim sendo, é também óbvio que o crescimento e melhoria do serviço tem aumentado nos últimos anos.

Se há uns anos os serviços IPTV piratas eram maus e pouco valia a pena comprar, nos dias de hoje a qualidade não se difere muito dos canais pagos que as operadoras nos dão a oportunidade de comprar.

Desde operadoras à Euojust, todos lutam contra a pirataria

IPTV Pirata, bandeira pirata

Não é só a Eurojust que anda atrás dos servidores pirata. São muitos os websites bloqueados pelas operadoras que oferecem conteúdo pirata livre de acesso.

Além disso, já não é a primeira vez que ouvimos falar de Traffic shaping. Uma forma que algumas operadores têm de baixar a velocidade da Internet de forma a piorar o serviço de IPTV Pirata no nosso país.

A verdade é que este mercado paralelo gera mais de mil milhões de Euros de lucro na Europa e muitos utilizadores preferem comprar estes serviços do que comprar os canais nas operadoras de televisão. Mesmo sabendo que é algo ilegal e que podem existir repercussões dos seus atos.

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Filipe Alves
Filipe Alves
Fundador do projeto 4gnews e desde cedo apaixonado pela tecnologia. A trabalhar na área desde 2009 com passagens pela MEO, Fnac e CarphoneWarehouse (UK). Foi aí que ganhou a experiência que necessitava para entender as necessidades tecnológicas dos utilizadores.