iPad com explosivos desencadeia a proibição de tablets nos vôos

Filipe Alves
Reuters/Lucas Jackson

A presidência de Donald Trump está a ser deveras criticada pela imprensa mundial. Depois do "banimento" de imigrantes e refugiados de determinados Países para os Estados Unidos, na passada semana, foram também proibidos o transporte de tablets ou computadores portáteis de determinados Países (maioritariamente Islâmicos) para o solo dos EUA.

Esta proibição, embora muito criticada, foi dias depois seguida pelo Reino Unido, decisão tomada logo depois do atentado em Londres que vitimou 4 pessoas.

Vê ainda: reportou ao The Guardian que tudo isto começou porque foi encontrado um falso iPad com explosivos no seu interior no embarque de um vôo.

Infelizmente esta informação não é oficial e continuamos um pouco às escuras relativamente à situação, contudo, o jornal Inglês afirma que este foi a gota de água que desencadeou toda esta confusão.

Lembro que no ano de 2016 um passageiro na Somalia levou um computador armadilhado com explosivos para o avião que ativou em pleno ar. Felizmente nessa explosão, que abriu uma fenda no avião, só o terrorista morreu, tendo o avião aterrado em segurança. Esta proibição está neste momento apenas ativa para quem voa do Catar, Kuawait, Marrocos, UAE e Turquia para os Estados Unidos ou para o Reino Unido.

Se a ameaça é real, questiona-se agora porque é que outros países não entraram com a mesma medida, países como a França, que lembro, foi fustigada por um ataque terrorista em Paris no ano passado.

Ficaremos atentos ao desenvolvimento desta matéria e novas informações sobre o assuntos.

Outros assuntos relevantes:

Xiaomi Mi6 Plus: nova foto confirma presença de dual-câmara

Samsung Galaxy S8: Valioso, ou dispendioso?

Já foram vendidos mais de 12 milhões de Huawei P9 e Huawei P9 Plus

Filipe Alves
Filipe Alves
Fundador do projeto 4gnews e desde cedo apaixonado pela tecnologia. A trabalhar na área desde 2009 com passagens pela MEO, Fnac e CarphoneWarehouse (UK). Foi aí que ganhou a experiência que necessitava para entender as necessidades tecnológicas dos utilizadores.