Huawei Mate 30 vendeu 1 milhão de unidades em menos de uma semana

Carlos Oliveira
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A nova família Huawei Mate 30 foi revelada envolta em alguma controvérsia, mas isso parece não estar a afetar a sua popularidade. Segundo dados da própria Huawei, já foram vendidos 1 milhão de exemplares dos Mate 30 e Mate 30 Pro.

Os novos topos de gama da empresa chinesa chegaram às lojas chinesas no dia 26 de setembro e a sua popularidade está em alta. Algo que pode ser constatado pela fila à porta da principal loja da Huawei em Shenzhen, China.

Loja Huawei em Shenzhen
Loja Huawei em Shenzhen

Tendo em conta estes dados, a Huawei vendeu cerca de 100 mil unidades por minuto dos seus novos topos de gama. Obviamente que estes dados referem-se apenas à China, mercado caseiro da Huawei.

Ausência dos serviços Google não preocupa os consumidores

Os consumidores chineses não estão minimamente preocupados com a ausência dos serviços Google nos Mate 30 e Mate 30 Pro. De facto, todos os smartphones vendidos no maior mercado mundial chegam sem os serviços da empresa americana.

A ausência dos serviços Google nos Mate 30 também não é problema para a maioria dos nossos leitores. Na nossa recente sondagem, constatamos que mais de metade dos inquiridos compraria este smartphone, mesmo sem Youtube, Gmail, Pesquisa Google e demais.

Além disso, as sanções impostas por Donald Trump à Huawei parecem ter despertado um sentimento de patriotismo entre os consumidores chineses. Algo que resultou num aumento de vendas, na China, que supera toda a concorrência.

Segundo dados da Canalys, a Huawei registou, no segundo trimestre do ano, um aumento de vendas de 31% face ao mesmo período de 2018. Isto traduz-se na venda de 37.3 milhões de smartphones só entre abril e junho deste ano.

Apesar dos contratempos, Huawei está otimista no sucesso dos Mate 30

Pouco depois da apresentação dos Huawei Mate 30 e Mate 30 Pro, o CEO da marca revelou expectativas bastante otimistas para o futuro desta linha. Richard Yu acredita que conseguirá vender 20 milhões de exemplares só este ano.

Yu foi realista o suficiente para admitir que a China terá um papel importantíssimo neste objetivo. Até porque ainda não se sabe quando é que estes smartphones chegarão à Europa.

Podemos então afirmar que a crença que Richard Yu depositou nos seus consumidores foi correspondida. Os números hoje avançados são fantásticos, mas ainda há muito caminho pela frente até se alcançarem os resultados esperados.

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Carlos Oliveira
Carlos Oliveira
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