Honor dá mais um passo na separação da Huawei​​​​​​​

Bruno Coelho
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Desde que a administração de Donald Trump colocou a Huawei na lista negra dos Estados Unidos, que a vida da empresa nunca mais foi a mesma. Isso levou a que, numa das últimas instâncias, a poderosa empresa se visse obrigada a vender a subsidiária Honor.

A venda aconteceu em novembro, e o objetivo seria que, com a separação, a Honor deixasse de sofrer com as restrições impostas à Huawei nos Estados Unidos. Desta forma, a Honor poderia atuar sem problemas no segmento mobile a nível global.

Honor deixou de vender smartphones num site detido pela Huawei

Segundo avança o Huawei Central, o próximo passo nesta separação já foi dado. Isto porque todos os equipamentos da Honor foram removidos do site “vmall.com”, propriedade da Huawei.

Ao que é referido pelo GSMArena, que cita várias fontes da China, a Honor estará a desenvolver a sua própria página para vender os seus equipamentos. Mas até à escrita deste artigo, ainda se encontra em fase de transição.

Recorde-se que a Honor foi vendida à Shenzhen Zhixin New Information Technology, um consórcio composto por mais de 30 agentes. Embora com alguma expressão global, o nome da Honor não tem o peso da Huawei no segmento mobile.

Em 2021 espera-se que a agora ex-subsidiária da Huawei possa desenvolver os seus smartphones e lançá-los a nível global. Isto sem pensar nas restrições impostas à Huawei, cujos equipamentos são vendidos sem serviços da Google. Desta forma, a Honor pode tornar-se numa séria concorrente às principais fabricantes de smartphones Android. Veremos como tudo vai funcionar sem o apoio direto da Huawei.

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Bruno Coelho
Bruno Coelho
O Nokia 3650 foi o primeiro grande mergulho no mundo tecnológico. Se o Football Manager e o cinema são dois dos seus escapes, o Macbook Pro é o melhor amigo. Escrever sobre tecnologia é o processo natural na vida de alguém que come especificações ao pequeno-almoço.