Google Pixel 6 Pro passa pela Geekbench e revela um dos seus segredos

Carlos Oliveira
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A Google teve uma abordagem diferente à sua nova gama de topos de gama Google Pixel 6. Surpreendendo o mercado e os fãs, a empresa americana já revelou o design e alguns dos pormenores mais importantes dos seus smartphones.

Um desses pormenores diz respeito ao seu novo processador próprio, o Tensor. Mas algo que ainda permanecia por descobrir era o potencial de desempenho deste SoC, algo que a plataforma Geekbench acaba de revelar.

Pixel 6 Geekbench

Google Pixel 6 Pro não surpreende no desempenho do seu processador Tensor

O grande destaque da passagem do Google Pixel 6 Pro pela plataforma Geekbench é a revelação do desempenho do processador Tensor. Os resultados obtidos por este teste preliminar não deixarão ninguém impressionado.

Com resultados de 414 pontos em testes single-core e 2074 pontos em multi-core, o SoC Tensor não impressiona. Aliás, fica a uma distância significativa do desempenho providenciado pelo Snapdragon 888+, atualmente o mais poderoso do mercado Android.

Devemos ter em conta que estes resultados são de uma unidade de teste que pode ainda não apresentar todo o seu potencial. Um pormenor que devemos ter em consideração, podendo as unidades finais apresentar melhor resultados.

Google Pixel 6

Ainda assim, podemos concluir que os primeiros resultados não revelam nada de impressionante para o mercado. Ou seja, o Tensor não se afigura como um processador capaz de revolucionar o mercado em que se insere, pelo menos pelo seu desempenho sintético.

Esta passagem pela Geekbench confirma que o Tensor virá equipado com oito núcleos de processamento. Estes serão dispostos em três clusters, com uma combinação de dois núcleos de 2.8GHz encarregues das tarefas mais exigentes, dois a 2.25GHz intermédios e quatro núcleos a 1.80GHz mais eficientes.

Importa relembrar que o Tensor estará a ser desenvolvido em parceria com a Samsung, sendo, aliás, uma versão modificada de um dos seus SoC´s Exynos. A informação oficial, contudo, revela que a Google encontra-se a desenvolver este processador há já quatro anos.

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Carlos Oliveira
Carlos Oliveira
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