1. Processador e memória RAM
O modelo mais acessível da Google Pixel 10a vai chegar ao mercado a 17 de fevereiro e as suas especificações foram já reveladas através de vários rumores. A confirmarem-se estas informações, o terminal chega equipado com o chip Tensor G4, baseado em 3 nm, aliado a 8 GB de memória RAM.
E estas especificações focadas em desempenho são logo a primeira diferença palpável que o Pixel 10a apresenta face ao modelo padrão da série. Isto porque o Pixel 10 tem um processador mais potente, o Tensor G5 de 3 nm, e mais capacidade em memória RAM, 12 GB. Portanto, se um utilizador precisa de mais poder em desempenho e melhor eficiência energética tem de abrir os cordões à bolsa e comprar o terminal mais caro.
2. O ecrã
Ambos os modelos contam com um ecrã com 6,3 polegadas de tamanho. O Pixel 10a tem um pico de brilho de 2.700 nits e proteção Gorilla Glass 3; já o Pixel 10 aumenta o brilho para um máximo de 3.000 nits e conta com Gorilla Victus 2.
O modelo padrão pode então sobreviver a quedas mais aparatosas, mas em ambiente ao ar livre a diferença de apenas 300 nits não melhora assim tanto a experiência de visualização. Este é quase um empate técnico.
3. A câmara traseira
Tanto o Pixel 10 como o Pixel 10a contam com um sensor primário de 48 megapixéis e um ultra grande angular de 13 megapixéis. Mas o modelo padrão acrescenta ainda um sensor telefoto com 10,8 megapixéis de resolução e zoom ótico de até 5x.
Ainda que o Pixel 10a vá trazer consigo melhorias no software de processamento de imagem, nenhum desses recursos consegue substituir ou igualar os resultados entregues por uma câmara com sensor telefoto integrado. Neste ponto há um claro vencedor que é o Google Pixel 10.
Mas é preciso salientar que o Google Pixel 10a teria sempre de ter recursos mais humildes para cumprir o requisito de smartphone de preço acessível dentro da série que disponibiliza já o modelo padrão. Ainda para mais quando é quase certo que o Pixel 10a vai chegar com um preço até mais baixo do que o seu antecessor Pixel 9a.