Galaxy Z Fold 2: teste de resistência mostra melhorias no smartphone dobrável

Filipe Alves
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A Samsung lançou recentemente o Galaxy Z Fold 2. O novo smartphone dobrável da Samsung não é tão resistente quanto um outro smartphone "normal". Porém, temos de aplaudir a empresa asiática por ter construído um equipamento com estas características.

Ainda que seja um smartphone dobrável, este equipamento dobra menos que qualquer outro "normal" quando posto à prova. Mesmo assim, continua a ser um pouco frágil para os standards dos dias de hoje.

Teste de resistência do Galaxy Z Fold 2

Aquilo que o faz mais irreverente, é também a característica que o deixa mais frágil. O smartphone está longe de ter um ecrã resistente. A película protetora do ecrã risca facilmente e mesmo quando retirada vemos que é fácil de riscar o ecrã dobrável.

Samsung Galaxy Z Fold 2

Aliás, o conhecido JerryRigsEverything chegou mesmo a anotar que o dispositivo facilmente risca com uma unha. Ou seja, para um telemóvel deste preço é sempre algo que não gostamos de ver.

Características principais do Samsung Galaxy Z Fold 2

Samsung Galaxy Z Fold 2

  • Ecrã exterior de 6,23" polegadas Super AMOLED
  • Ecrã interior de 7,7" polegadas Dynamic AMOLED
  • Processador Qualcomm Snapdragon 865+
  • Memória RAM de 12GB
  • Memória interna de 512GB
  • Câmaras principais de 64MP + 12MP (telefoto) + 16MP (ultrawide)
  • Câmara frontal de 10MP + 10MP (ecrã exterior)
  • Bateria de 4,356mAh
  • Carregamento rápido de 15W (sem fios de 15W e reverso de 9W)

Em suma, este não é um telemóvel perfeito. Aliás, está bem longe disso. Contudo, é uma evolução considerável no setor. Setor este que a Samsung quase não tem concorrência. A Huawei ainda era uma das poucas empresas que tentava criar mais atrito, porém, a recente situação da Huawei faz com que a Samsung tenha a faca e o queijo na mão.

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Filipe Alves
Filipe Alves
Fundador do projeto 4gnews e desde cedo apaixonado pela tecnologia. A trabalhar na área desde 2009 com passagens pela MEO, Fnac e CarphoneWarehouse (UK). Foi aí que ganhou a experiência que necessitava para entender as necessidades tecnológicas dos utilizadores.